Segunda-feira, 12 de Novembro de 2007

A nossa Cooperativa

Olá a todos,

 

Tendo eu estado em Castro Verde este fim de semana foi com grande tristeza que pude ver que se consumou a anunciada transformação do Marrachinho em Marché não tendo nada contra os franceses sempre preferia a marca Algarvia.

 

Sendo eu um grande adepto do canal Historia é com muita atenção que sigo o movimento cooperativo em Portugal que no meu entender já teve os seus dias, hoje em boa parte dos casos rege-se por velhos princípios e por alguns agarrados a velhas práticas.

 

Veja-se a nossa cooperativa de consumo.

 

Será que é desta que a Cooperativa assume o seu papel e cria um espaço de dimensão criando uma alternativa valida para o comercio local ou será que mais uma vez fica á espera que outra grande superfície ocupe o seu espaço natural.

 

Será que os produtores locais não merecem uma promoção efectiva por parte da cooperativa da sua região?

 

Será que faz sentido uma cooperativa que teoricamente não dá lucro manter os preços que apresenta.

 

Onde são aplicados os resultados, em projectos sociais ou em regalias?

 

Será que faz sentido que nos princípios do comercio justo as palavras consumidor e cliente não estejam presentes.

 

Será que faz sentido nos nossos dias este tipo de organizações?

 

Será que hoje se queixam das outras superfícies comerciais mais agressivas e com horários mais alargados e se esquecem do que aconteceu ás pequenas lojas quando iniciaram a sua actividade a bem do desenvolvimento.

 

É por gostar da nossa cooperativa e simpatizar bastante com o movimento cooperativo em Portugal que deixo aqui esta reflexão.  

 

 

 

publicado por castromaisverde às 22:31
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17 comentários:
De feira de castro a 13 de Novembro de 2007 às 08:56
Bom dia

Dá que pensar.
Como é que alguém tão defensor do mercado liberal, das leis de oferta e da procura, da mão oculta que tudo regula e do não intervencionismo se vem arvorar como defensor do movimento cooperativo e do comércio justo.
É que se há coisa que mais ofende o liberalismo essa coisa é o coperativismo, que aparece como antítese da economia consumista, e, obviamente, o que tem pouco a pouco vindo tirar a vitalidade ao cooperativismo tem sido a política agressiva dos grandes grupos económicos, que o sr considera como paladinos do desenvolvimento económico.
Mais uma vez, parece-me que paira uma nuvem negra de confusão por cima dessa cabeça.
Quanto às perguntas pertinentes que faz, devm ser colocada a quem de direito, a começar por alguns autarcas que integram o seu grupo de preferência.

Passe um muito bom dia


De castromaisverde a 13 de Novembro de 2007 às 10:33
Olá bom dia o sr . francamente continua a deturpar tudo o que lê.

Consegue escrever 14 linhas e não comentar nada do que lhe é apresentado.

Não acha que a cooperativa devia desenvolver-se e criar um novo espaço a bem dos consumidores em Castro Verde ou será que dá muito trabalho.

Continuo sem perceber qual é a sua ideia sobre este tema não me diga que esta nuvem paira sobre a sua cabeça.

Em que é que a lei da oferta e da procura limita a acção das cooperativas, não seria interessante reflectir um pouco sobre tema.

Analise o caso espanhol......


Passe um muito bom dia.


De feira de castro a 13 de Novembro de 2007 às 13:44
Obviamente que não maior cego que aquele que não quer ver, ou que não consegue ver

O meu comentário cinje-se, pura e simplesmente, à sua posição ambígua face aos fenómenos de mercado.

Por um lado defende que as autarquias não têm que intervir no mercado, porque seria centralismo, e o mercado, presumo que qualquer mercado, não deve estar constrangido a decisões do poder, pesumo que de qualquer poder.

Agora vem defender o cooperativismo, e a cooperativa,de consumo, que tem sido um obstáculo à tomada da totalidade dos mercados pelos grandes grupos económicos e que constitui, pela própria natureza do movimento ccoperativo, um óbice ao funcionamento dos mercados segundo uma perspectiva neo-liberal.

Estamos pois a falar da mesma coisa.

Que não queira aceitar a sua coerência, esse é que é outro problema.

Já agora, porque não se pronuncia também acerca das restantes cooperativas, a de habitação e a falida cooperativa agrícola. Já agora gostávamos todos de saber a sua opinião.

É que quando se trata de apontar o dedeo a este tipo de empresas é sempre a mesma que fica na berlinda.

Continuação de um muito bom dia.


De feira de castro a 13 de Novembro de 2007 às 21:13
Boa noite

E já agora pronuncie-se também acerca da Cortiçol, um caso ainda mais gritante, em que o mero acto de associar é palavra tabu e que vive paulatinamemente às custas do erário que a Câmara lhe insiste em entregar todos os anos.

Este é que é um caso a ser analisado.


De castromaisverde a 14 de Novembro de 2007 às 07:19
Não o compreendo, ainda será que li mal quando nas suas sugestões para as grandes opções do plano uma das medidas que apresentava era o reforço da pareceria entre o município e essa entidade.

Quando falaem caso ainda mais gritante quer dizer que o que se passa na cooperativa de consumo é gritante.

Será que a Corticol não tem interesse publico?

Porque não faz o sr essa analise.

O meu post era sobre a cooperativa de consumo e não sobre outras entidades.

Penso que leu outro comentários que tocaram em pontos muito importantes como por exemplo regalias/qualidade de serviço.

Será que estes briosos funcionários e os seus dirigentes ainda não compreenderam que quem lhe paga os salários acima da media segundo o que li noutro comentário (uma vez que desconheço este tema) são os clientes.

Penso que esta matéria tem muito ainda a ser analisado.

Será que vão desperdiçar esta oportunidade de expansão e modernização.


De feira de castro a 14 de Novembro de 2007 às 08:45
bom dia

Não caro colega.

O gritante não respeita à cooperativa de conusmo.

Respeita à falência irresponsável de uma cooperativa e à completa ignorância acerca do que se passa com outra.

Creio que as regalias e os vencimentos acima da média a que se refere são relativos ao facto que cerca de 90% dos funcionários da Cooperativa serem efectivos, contrarinado a política dos grandes grupos que fazem tão bons preços, e ao facto de a Cooperativa ter assinado sempre, o ACT do come´rcio, para o distrito, que também os grupos que o sr enaltece se recusam a fazer.
Refere-se obviamente ao integral respeito pelos direitos dos trabalhadores e da sua condição humana e de homens e mulheres de familia.
Se considera isto regalias, então estamos conversados quantoa oa assunto.
Os mesmos clietes que pagam os salárioa destes trabalhadores, serão, eventualmente, os que pagam dos trabalhadores do Ecomarché e do Intermarché. Só que aí todos aceitam as antipatias e a falta de erespeito dos trabalhadores que aí laboram.
Já se perguntou porque razão é que são raros os trabalhadores do Eco e do Inter que foram recrutados na sede e no concelho de Castro Verde.
Pense dois minutos e entenderá, tal como entenderá o comportamente dos trabalhadores da Coop.

Quanto ao mudar de sítio, pergunta-se, para onde, e a que custos? Onde é que entra a perceroia da Câmara com estas entidades?

Mais uma vez, pense.

Por último, respeitosamente, qual é o interesse público da Cortiçol que justifique os chorudos subsídios destinados a sustentar o lugar dos amigos de alguns? O Museu?, Trata-se de um equipamento que devia obrigatorimente de estar sob administração directa da Câmara e não de outra entidade. A Rádio? Serviço Público? Acho que estampos em ondas diferentes. Uma estação que, a um domingo de manhã, de Feira de Castro, se limita a colocar uma edição de há 5 anos, em que o realizador pedia que lhe ligassem até às 9, quando já eram 11, ´demonstra, no minímo, uma enorme falta de profissionalismo de quem se encontra à frente da estação e permita isto.

Como vê, de todas as cooperativas que existem em Castro Verde, aquela de que menos se pode falar será a de consumo.

Espero poder contar consigo na Próxima Assembleia Geral a colocar as suas pertinentes questões.

Já agora: já é sócio da CoopCastrense?

Se não é, faça-se. verá que anda muito mais informado.


De castromaisverde a 14 de Novembro de 2007 às 10:31
Olá bom dia

O sr . continua tipo cassete riscada.

Falei em oportunidade de desenvolvimento e modernização veja onde o sr . já anda.

Sobre regalias acima da media o sr . seguramente conhece bem melhor do que eu a situação.

Sobre desrespeito dos trabalhadores esta atitude não é por mim tolerada.

Sobre antipatia também já percebi que é bastante entendido na matéria .

Sobre participar na assembleia geral vou ponderar a minha participação.

Passe um muito bom dia


De feira de castro a 14 de Novembro de 2007 às 21:55
Boa noite

De facto, o que nasce torto ...

o caro colega faz lembrar aqules masu jogadores de futebol, cuja única defesa é atirar bolas para fora.

O jogo faz-se é para a frente.

Participe. As eleições são já para o ano.
Mas tem que ser sócio.


De sagher a 13 de Novembro de 2007 às 18:22
Uma vez mais irei tentar comentar o seu post .

Concordo com o teor da missiva no que concerne ao desaparecimento do Marrachinho . Também eu preferia quer a qualidade quer a diversidade dos produtos apresentados.

Também eu comungo das suas preocupações em relação à cooperativa. Enquanto associado e enquanto consumidor.

No entanto e queira desculpar não vejo produtores locais e os que existem têm negócios com a cooperativa. Do pão aos enchidos, dos queijos a algum tipo de legumes e frutas (poucos porque é pouca a produção local) em todas essas à reas encontro produtos regionais. O que me preocupa é a forma pouco cuidada com que alguns,e sublinho alguns, funcionários tratam os consumidores. Sendo os funcionários com melhores regalias na área do comércio em Castro Verde não entendo algumas formas de trato. Mas sei que várias direcções da casa têm tentado dar formação nessa área, infelizmente de pouco ou nada tem servido.

Comungo das suas preocupações quanto ao preços e eventuais lucros ou regalias, ali á s na minha curtíssima passagem pelos corpos gerentes (na verdade sou avesso a gerir o que quer que seja) da casa lancei a ideia de criar um cabaz de natal como forma de premiar os que são associados. Na altura tal ideia foi recusada. Havia investimentos a fazer e como tal todo o dinheiro era pouco, o que entendi. Hoje em dia volto por vezes a fazer a pergunta a mim mesmo. No que concerne á agressividade do comércio de grandes superfícies não h á forma de lhe fugir, teríamos de mudar a mentalidade dos consumidores ou seja presumo de toda a sociedade. No entanto não confundo os tempos, j á que claramente o papel social da cooperativa continua de alguma forma a ser cumprido.

Desejo é que aliado á qualidade se consiga também um melhor atendimento e uma politica de preços que premeie os cooperantes.


De sagher a 19 de Novembro de 2007 às 17:07
perdido o balanço para uma candidatura independente parece que este blog também perdeu o seu "balanço". eu já tinha previsto que tal iria acontecer


De feira de castro a 21 de Novembro de 2007 às 21:48
Boa noite

Quem terá dado ordem para por isto mais calmo?

O PCP não foi, porque tal funcionaria precisamente ao contrário.

Eu acho que sei...mas...não digo.


De castromaisverde a 21 de Novembro de 2007 às 22:02
Olá boa noite como não tenho nem tacho nem pai rico tenho que trabalhar e no duro.

Dai a minha menor disponibilidade para publicar mas como tenho Castro Verde sempre no coração muito tenho para publicar.....


De sagher a 21 de Novembro de 2007 às 23:03
parece que somos dois sem familiares endinheirados, mas não me tome por lerdo a falta de tempo deve ser também falta de inspiração. E, sejamos sinceros, o coração até pode ter Castro lá dentro, mas não há muito para falar deste lugar.


De feira de castro a 22 de Novembro de 2007 às 22:41
Boa noite

Já somos três, e estou de acordo consigo.


De castromaisverde a 23 de Novembro de 2007 às 00:42
Para que não existam duvidas eu escrevi que não tenho nem tacho nem pai rico....


De feira de castro a 26 de Novembro de 2007 às 23:47
Para que dúvidas não restem, eu deixei suficientemente claro que, infelizmente, também não.


De sagher a 2 de Dezembro de 2007 às 01:03
afinal somos 3


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