Segunda-feira, 28 de Janeiro de 2008

‘Reviver Raquel Maria’

‘Reviver Raquel Maria’

Em exposição na Galeria Fórum
Ana Lourenço Monteiro | 25-01-2008
De 1 a 26 de Fevereiro vai ter lugar, na Galeria Fórum, uma exposição evocativa da pintura da falecida actriz Raquel Maria, promovida pelos seus familiares mais próximos. Finalidade será ‘Reviver Raquel Maria’, objectivo que vem dar nome à mostra que reúne desde os primeiros desenhos da actriz aos seus mais recentes quadros.


Raquel Maria dos Santos nasceu em Castro Verde, no Baixo Alentejo, mas foi no Barreiro que passou grande parte da sua juventude, desde os quatro anos. Foi nesta cidade que se estreou no teatro amador no Grupo Desportivo da CUF, tendo frequentado, durante cerca de seis anos, o Clube 22 de Novembro até que ingressou no teatro profissional em 1973, a convite para o Teatro da Cornucópia.

Desde muito jovem virada para as Artes (Desenho, Gravura e Teatro), Raquel Maria frequentou o curso de Serigrafia na Cooperativa dos Gravadores Portugueses, orientada pelo gravador Dacos, e com Ilda Reis deu os primeiros passos na Gravura sobre metal e madeira (xilogravura). A actriz de sucesso no teatro, na televisão e no cinema, faleceu na noite de 26 de Julho de 2006, vítima de cancro fulminante no pâncreas, e deixou pouco conhecida toda a sua extensa obra no mundo da pintura.

Objectivo da exposição organizada pela sua irmã Zélia dos Santos Almeida é, na verdade, elogiar e recordar a memória da actriz e pintora, que se vê a braços com centenas de obras guardadas por Raquel Maria. Após cinco meses sem vaga para expor com o apoio da Câmara Municipal do Barreiro, Zélia Almeida viu a primeira oportunidade surgir na Galeria Fórum, embora esteja já agendada uma exposição no Auditório Municipal Augusto Cabrita para Março – Mês do Teatro.

Dedicada à pintura ainda antes de entrar na vida do teatro, Raquel Maria começou por ser autodidacta e a pintar desenhos a lápis de cor, em 1968, tendo rapidamente passado para “trabalhos muito minuciosos pintados a tinta-da-china”. A sua alegria dos tempos de criança facilmente transparece nos imensos quadros que completou, assim como a grande “força de viver” que tinha para si e transmitia aos mais próximos.

Há “três anos sem trabalho”, Raquel Maria recorria muito à pintura “como apoio para ocupar mais o tempo”, sobretudo nos últimos anos, altura em que vendeu muitos quadros. “Ela tinha dificuldade em se separar dos quadros, mas ultimamente vendia porque precisava”, comenta Zélia Almeida.

Embora transmitisse “muita vida”, Zélia Almeida não deixa de considerar que a sua irmã era “um pouco reservada”, na medida em que “tinha muito receio de tudo e nunca se mostrava muito, até aos seus trabalhos”. Das obras “bonitas, originais e alegres” que Raquel Maria pintou, algumas delas partiram mesmo de “um simples papel numa mesa de café”, embora os seus locais eleitos para pintar fossem a sua casa em Algés e a Serra da Arrábida.

“Acho que ela era tão boa como actriz como na pintura”, confessa a irmã, considerando ser Raquel Maria “uma artista a quem ninguém deu o devido valor”. Embora pudesse ser reconhecida pelos seus trabalhos na pintura e não só como actriz, Zélia Almeida admite ser agora “muito difícil” devido à sua morte. Ainda assim, fica, pelo menos, a vontade de divulgar a obra de Raquel Maria, enquanto forma de também não esquecer a actriz do Barreiro e do país, no ano em que completaria 62 anos de vida.


Uma vida de amor pela arte


A actriz, que faleceu antes de completar 40 anos de carreira, começou a sua carreira no teatro amador no Barreiro, cidade que a adoptou e com a qual a actriz tinha uma ligação muito forte. O sucesso alcançado com a peça “João Gabriel Borkman”, de Ibsen, levou os encenadores Luís Miguel Cintra e Jorge Silva Melo a convidá-la para integrar o núcleo fundador do Teatro da Cornucópia, em 1973, onde se manteve até 1987. Aí ganhou o prestígio suficiente para ser distinguida com o Prémio Nacional de Teatro.

Desta companhia teatral, Raquel Maria saiu para integrar o elenco do Teatro da Malaposta, da extinta associação “Amascultura”. Além do teatro, Raquel Maria participou em cerca de 12 filmes, entre os quais “A vida é bela...!?” e “A sombra dos abutres”, e em várias séries televisivas. É, porém, na televisão que Raquel Maria se torna conhecida, como freelancer, tendo feito parte do elenco de “Bora lá Marina”, “Os Malucos do Riso”, “As Aventuras de Camilo” e mais recentemente “Maré Alta”.

Enquanto actriz, Raquel Maria recebeu os prémios de “Melhor Actriz de Comédia” com a peça “Não se paga! Não se paga!”, de “Teatro 25 de Abril, 10 Anos de Teatro” da Associação Portuguesa de Críticos de Teatro e também de “Melhor Actriz da Associação Portuguesa de Críticos de Teatro”, com a peça “A Páscoa”. Raquel Maria foi ainda distinguida com o galardão “Barreiro Reconhecido” na área da Cultura, em 1996.


Exposições

- Colectiva da SNBA – Exposição organizada secção portuguesa da AICA (Associação Internacional dos Críticos de Arte);

- Individual, no Barreiro, na Sociedade Dramática União Barreirense “os Franceses” – Gravura e Desenho;

- Individual, no Clube 22 de Novembro, no Barreiro – Gravura e Desenho;

- Colectiva, XVII Salão da Primavera – Artes Plásticas 1982, promovida pela Junta de Turismo da Costa do Sol, onde obteve a Medalha de Bronze;

- Participação na V Bienal de Arte de Ibiza, com 3 desenhos;

- Colectiva – “Obra Gravada” – Galeria Fonte Nova (1985) – Lisboa;

- Colectiva – “Uma tela e um Abraço para Moçambique” – Galeria Fonte Nova (1985) – Lisboa;

- Individual – “Xilogravuras” – Galeria Fonte Nova (1985) – Lisboa;

- Individual – “Xilogravuras” – Casa da Cultura das Caldas da Rainha (1986) – Lisboa;

- Gravura – “Murmúrio I” – editada na Cooperativa dos Gravadores Portugueses;

- Participação na Colectiva de Gravura – Sevilha – 1986, com 2 gravuras

- Individual – “Xilogravuras” – Casa da Cultura da Azambuja;

- Individual, “Odisseia”, Museu Municipal de Loures, 1988;

- Colectiva, V Exposição de Artes Plásticas, 1988, Loures;

- Xilogravura – “Flor de Algodão” – edição da Gravura: Cooperativa de Gravadores Portugueses;

- Individual com Acrílicos, Gravuras e Aguarelas – Cooperativa de Gravadores Portugueses;

Ultimamente Raquel Maria esteve a trabalhar para uma exposição no Centro Cultural de Campo Maior, em Abril de 2006, a qual não chegou a realizar devido ao aparecimento da doença.

 

Raquel Maria onde estiveres  estaremos contigo...

 

link: http://www.jornaldobarreiro.com.pt/index.php?lop=n_artigo&op=a87ff679a2f3e71d9181a67b7542122c&id=7417744a2bac776fabe5a09b21c707a2

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Quinta-feira, 24 de Janeiro de 2008

Animação Cultural em Castro Verde

Olá para que os foliões não se esqueçam está ai mais uma edição do entrudanças assim como outro pedi paper carnavalesco.

 

Recordo também que a Lpn vai desenvolver varias actividades de que permitirão a todos os adeptos do ar livre um convívio extremamente interessante...

 

Divulguem e participem nas actividades ....

 

 

publicado por castromaisverde às 22:23
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Somincor precisa de prestar mais informação

Olá boa noite em virtude da Somincor estar na ordem do dia da actualidade local aqui fica um tema para reflexão.

 

Será que a Somincor está a fazer uma gestão das jazidas de minério de forma eficaz ou será que se rendeu ao lucro fácil.

 

Sustentabilidade quererá dizer alguma coisa a estes senhores!

 

Passo a explicar, será que a Somincor está a extrair todo o minério disponível ou será que apenas está a extrair o filão com maior percentagem de minério por quantidade extraída tendo assim menores custos de extracção e tratamento.

 

Qual é a percentagem de minério que está a ficar irremediavelmente perdida na mina, embora tenha tentado obter informação em varias fontes não consegui ter acesso a dados concretos.

 

Quando o minério está a um valor alto é uma tentação explorar o filão com maior percentagem de minério , para vender o máximo e encaixar a maior quantidade de dinheiro possível e é muito fácil dizer que quando o minério tem um valor baixo no mercado que a mina não é economicamente viável e tem que fechar e dispensar os colaboradores.

 

Esperemos que a gestão da mina tenha a visão que se deve explorar a maior quantidade de minério disponível dentro das normas de segurança uma vez que o valor actual de mercado paga um valor de extracção teoricamente mais elevado.

 

Aos que querem agradecer entusiasticamente  as migalhas (1,5%) de derrama a favor do concelho será que já perceberam que a corrida ao minério que hoje se verifica poderá estar a hipotecar um recurso para as gerações futuras.

 

Embora a gestão dos recursos do subsolo seja da responsabilidade do poder central será que a autarquia e as ONG da área ambiental estão a dar a devida atenção ao que se está a passar na extracção de minério em Neves Corvo.

 

Aqui fica para reflexão....

 

publicado por castromaisverde às 21:53
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Sábado, 19 de Janeiro de 2008

Será que Caeiros continua...

A ser verídica esta noticia publicada no Correio Alentejo ,  Fernando Caeiros não se manifesta disponível para continuar na presidência .

 

Seria francamente interessante assistir a um mandato de Caeiros com a nova lei eleitoral, mas os mais de 30 anos de combate politico criam desgaste.

 

Reforço a minha aposta de alguns meses de que o próximo presidente da câmara será uma mulher com Caeiros ainda no executivo.

 

Fernado Caeiros  tem uma fantástica capacidade de trabalho e de mobilização da qual Castro Verde em particular e o Alentejo em especial necessitam.

 

Depois de uma vida de poder autárquico democrático e estando claramente num momento muito alto da sua vida politica  segundo os teóricos é o momento de sair pela porta grande  deixando a toda a comunidade uma carreira de progresso e projectos em curso que lhe vão proporcionar o progresso e evolução nas próximas duas décadas .

 

Mas com tanto politico incompetente e arrogante é uma injustiça reformar um homem com as capacidades e a visão que este dispõe.

 

Gostaria muito de ler um livro sobre poder autárquico  escrito por Fernando Caeiros .

 

Em termos de comentário á noticia concordo em boa parte com o amigo José Guerreiro de Alvito  porque é difícil ver Caeiros sem a sua autarquia, mas ele sempre revelou que não estava agarrado ao poder....

 

 

link :http://www.correioalentejo.com/index.php?diaria=1561

 

sexta-feira, 18 de janeiro de 2008 - 15h08
Fernando Caeiros diz que não volta a ser candidato à Câmara de Castro Verde


 

Fernando Caeiros, um dos cinco “dinossauros” do Poder Local português, garantiu ao “CA” que não voltará a ser candidato à Câmara de Castro Verde: “Não está nos meus planos e não perspectivo que haja razões para os alterar”. O autarca é presidente desde 1976, tal como Mesquita Machado (Braga), Álvaro Pedro (Alenquer), Jaime Soares (Vila Nova de Poiares) e Vítor Martelo (Reguengos de Monsaraz).
Não é a primeira vez que o eleito da CDU faz uma afirmação deste tipo. Actualmente a cumprir o seu nono mandato, Caeiros assegura que “estão agora reunidas condições” para recusar uma nova candidatura. “As pessoas contam, mas os grandes projectos do concelho são consensuais e têm condições para prosseguir.”
Amigo do autarca, militante do PCP e antigo presidente da Câmara de Alvito, José Lopes Guerreiro não aceita esta argumentação e defende que Fernando Caeiros “deverá mais uma vez aceitar um novo desafio para continuar”. “Estou convencido de que só abandonará a presidência da sua Câmara Municipal por força da nova lei.”
No seio dos comunistas de Castro Verde, os apoios persistem. Manuel dos Santos, dirigente do partido e presidente de uma Junta de Freguesia, defende que “o concelho precisa” de Caeiros e “as alternativas não são muitas”. “O cidadão comum e os militantes do partido querem a continuidade”, advoga.
Leandro Gonçalves, dirigente do PS, assinala que a longevidade de Caeiros no poder “tem uma relação com a vontade das populações”, mas avisa que, se o autarca for candidato em 2009, “haverá uma quebra de compromisso porque sempre disse o contrário”.


sexta-feira, 18 de janeiro de 2008 - 15h08
publicado por castromaisverde às 09:33
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Segunda-feira, 7 de Janeiro de 2008

Somincor fecha 2007 com lucro recorde, acima dos 220 milhões de euros

Aqui fica esta noticia do Dn online, para que se possa reflectir um pouquinho sobre a actividade mineira no nosso pais e em especial no nosso concelho.
Seguramente este lucro da Somincor vai trazer um bom valor de derrama para os cofres da Câmara que em ano sem Pidac dará uma boa ajuda.....
Aqui fica uma palavra amiga para os toupeirinhas do nosso concelho que trabalham sem parar, que proporcionam estes lucros fabulosos e que seguramente não são recompensados da mesma forma. 
link: http://dn.sapo.pt/2008/01/06/economia/preco_alto_metais_provoca_corrida_mi.html

Preço alto dos metais provoca corrida às minas em Portugal


ANA SUSPIRO
Somincor fecha 2007 com lucro recorde, acima dos 220 milhões de euros
A valorização registada nos últimos dois anos pelos principais minérios, do ouro ao cobre, está a promover a retoma da actividade mineira em Portugal. Depois de anos em que fecharam várias minas ou suspenderam a laboração, a actividade está a crescer e há empresas, como a Somincor, que gere a maior mina portuguesa, a apresentar resultados recorde em 2007, superiores a 220 milhões de euros.

O regresso à actividade das Pirites Alentejanas 15 anos depois é o sinal mais visível , mas há outros. Em 2006 e 2007 intensificou-se o número de contratos de prospecção e pesquisa de minérios metálicos. Em 2005, foram assinados quatro contratos. Este número mais que duplicou no ano seguinte para 10, valor que foi quase atingido nos primeiros seis meses de 2007 com a assinatura de mais nove contratos de prospecção e pesquisa de minérios, de acordo com o Boletim das Minas da Direcção-Geral de Geologia e Energia. Estes contratos fazem parte de um pacote de 30 acordos para prospecção e exploração no sector mineiro assinados em Maio de 2007 e que envolviam um investimento superior a 84 milhões de euros.

O ouro, a prata, o cobre, o zinco e o chumbo são os minérios mais procurados, o que, aliás, é explicado pela forte valorização registada por estes metais em 2007, mas sobretudo em 2006. O Alentejo, do alto ao baixo, e Trás-os-Montes são as áreas com maior número de prospectores. De acordo com dados da DGGE, existiam em Portugal mais de áreas concessionadas para pesquisa.

Já o número de contratos de exploração é muito menor. Em 2005, não houve qualquer acordo e em 2006 e no primeiro semestre do ano passado foram assinados dois contratos, um em cada ano - um foi a adenda à Panasqueira para volfrâmio, estanho, cobre e prata; e outro foi para ouro, prata e cobre, assinado com a Kernow Mining para Jales (Vila Real).

No ano passado e os primeiros dias de 2008, o ouro tem sido a estrela dos metais depois de um ganho superior a 30% em 2007, o maior desde 1979, ajudado pela crise nos mercados financeiros e pela desvalorização do dólar e alta do petróleo. Com a valorização das cotações jazidas de menor dimensão ganham maior importância económica, o que têm levado à retoma de trabalhos de mineração em áreas como Jales. Entre 2005 e Junho de 2007, dez dos contratos de pesquisa tinham como finalidade pesquisar ouro e prata, entre outros minérios.

Mas se o ouro é dos mais procurados, a produção importantes continua a ser a do cobre e do zinco e a jóia da coroa do sector em Portugal ainda é a mina de Neves Corvo no concelho alentejano de Castro Verde.

Depois do Estado português ter vendido a participação de 51% na empresa em 2004 por 70 milhões de euros, a Somincor é o principal activo em operação do grupo canadiano e sueco Lunding Mining que comprou a Eurozinc.

A gestora de Neves Corvo deverá ter fechado o ano passado com lucros recorde de 223,6 milhões de euros, mais 70% que em 2006 e vendas de 462 milhões de euros, segundo estimativas da Companhia Portuguesa de Rating. A Somincor, que deverá distribuir um dividendo extraordinário ao accionista no valor de 195,6 milhões de euros, vai desenvolver uma nova área de produção de zinco no depósito do Lombador que deverá permitir em 2011 aumentar extracção de 400 mil toneladas por ano para 2,4 milhões de toneladas.
publicado por castromaisverde às 22:05
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Domingo, 6 de Janeiro de 2008

C para concretizar

Olá boa noite,

 

Nasceu a minha filha mais um projecto que se concretiza e outro que se inicia.

 

É fracamente fascinaste olhar para um recém nascido que ainda mal abre os olhos e imaginar o que é que aquele pequeno ser pensa que são aqueles volumes, que estão á sua frente e que lhe fazem caretas e sorrisos.

 

Qual é o futuro que a espera, será que algum dia vai beneficiar do sistema de pensões e do ensino publico?

Para que será que têm vocação?

 

Hoje apenas quero registar e partilhar convosco este momento de grande alegria, porque a vida não é só tristezas.

 

Manuel Mestre   

publicado por castromaisverde às 22:40
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