Sexta-feira, 29 de Fevereiro de 2008

Para pensar, piadas para cultos.....

Estive hoje com um grande amigo nascido em Brinches que me enviou o mail que aqui publico.

Este defensor do português na sua actividade de jurista é conhecido por usar termos técnicos que pasmam a assistência e então criou uma versão traduzida para os amigos. 

Expõe-me com quem deambulas e a tua idiossincrasia augurarei.
      (Diz-me com quem andas e te direi quem és)

      Espécime avícola na cavidade metacárpica , supera os congéneres

      revolteando em duplicado.
      (Mais vale um pássaro na mão, que dois a voar)

      Ausência de percepção ocular, insensibiliza órgão cardial.

      (Olhos que não vêem, coração que não sente)

      Equídeo objecto de dádiva, não é passível de observação odontológica.
      (A cavalo dado não se olham os dentes)

      O globo ocular do proprietário torna obesos os bovinos.

      (O olho do amo engorda o gado)

      Idêntico ascendente, idêntico descendente.

      (Tal pai, tal filho)

      Descendente de espécime piscícola sabe locomover-se em líquido
inorgânico.
      (Filho de peixe sabe nadar)

      Pequena leguminosa seca após pequena leguminosa seca atesta a
capacidade de ingestão de espécie avícola.
      (Grão a grão enche a galinha o papo)

      Tem o monarca no baixo ventre

      (Tem o rei na barriga)

      Quem movimenta os músculos supra faciais mais longe do primeiro,
movimenta-os substancialmente em condições excepcionais.
      (Quem ri por último ri melhor)

      Quem aguarda longamente, atinge o estado de exaustão.

      (Quem espera desespera)

publicado por castromaisverde às 02:12
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Terça-feira, 26 de Fevereiro de 2008

Castro Verde: Espécie ameaçada recupera no Alentejo

Castro Verde: Espécie ameaçada recupera no Alentejo


 

O peneireiro-das-torres , pequeno falcão migrador, vive em três zonas de protecção especial ZPE ) do Alentejo: Castro Verde, Vale do Guadiana e Campo Maior. É uma das mais ameaçadas espécies a nível mundial, desde a segunda metade do século XX, mas está a recuperar na ZPE de Castro Verde.

Dos 289 casais estimados em 2001, passou para 445 casais, em 2006, repartidos por 55 colónias, o que representa um aumento de 54 por cento em cinco anos, revelou o jornal Público.

Este aumento, segundo a Liga para a Protecção da Natureza, "reflecte a situação positiva da ZPE de Castro Verde" que alberga 72 por cento da população de peneireiros em Portugal.

A consequência provável do aumento dos locais de nidificação residirá na existência da medida agro-ambiental, do plano zonal de Castro Verde, principal promotora da conservação do habitat pseudoestepário nesta região.

Actualmente, 72 por cento da população do peneireiro-das-torres nidifica na ZPE de Castro Verde; seis por cento na ZPE do Vale do Guadiana e os restantes 22 por cento da população localizam-se nas zonas limítrofes de Castro Verde e nas Áreas Importantes para Aves de Cuba, Vila Fernando (Elvas), Planícies de Évora e São Vicente.

 

Aqui fica desde já o meu agradecimento á LPN pelo fantastico trabalho que tem desenvolvido nesta area...

publicado por castromaisverde às 18:47
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ÁGUA: Reunião da Comissão de Acompanhamento para a criação de empresa para gerir a água e saneamento

ÁGUA: Reunião da Comissão de Acompanhamento para a criação de empresa para gerir a água e saneamento 16:26 25-02-2008
Exclusivo- Última hora
Reuniu em Castro Verde a Comissão de Acompanhamento para a constituição da empresa que vai gerir o Sistema de Abastecimento de Água em Alta e Saneamento, que deverá incluir 20 concelhos do Alentejo.

 

Reuniu em Castro Verde a Comissão de Acompanhamento, que vai criar a empresa gestora de um novo Sistema de Abastecimento de Água em Alta e Saneamento, nem Inter, nem Multimunicipal, que é composta pelos presidentes da empresa Águas de Portugal, de duas associações de Municípios e de quatro câmaras municipais (do foto reunião de Castro Verde) e cujo objectivo é a criação de uma parceria inovadora.

Fernando Caeiros, presidente da Câmara de Castro Verde e anfitrião da reunião fez o balanço da mesma considerando que “se deram passos importantes para ultrapassar um problema que há muito se arrasta, com a criação de uma parceria inovadora”.

Pedro Serra, presidente da empresa Águas de Portugal, justificou que “dentro deste semestre os contornos deste projecto estarão definindo”, acrescentando que se as duas partes se entenderem no campo empresarial “o financiamento de Bruxelas não será entrave”.

Manuel Camacho, presidente da AMALGA, defendeu que neste processo “não há vencedores, nem vencidos, existe uma grande vontade de cooperação”.

Esta parceria, considerada inovadora, entre Poder Central e Poder Local, vai ter como ponto da colaboração institucional a criação de uma empresa gestora do processo que terá as Águas de Portugal, como representante dos interesses do Estado e a AMAGIA, dos vinte municípios.
Teixeira Correia

 

http://www.vozdaplanicie.pt/index.php?q=C/NEWSSHOW/18584

 

 

É por estas e por outras que a malta em Castro Verde é diferente....Presidente Caeiros seguramente não estás com disposição para muito mais já são trinta anos de combates politicos e o desgaste é grande mas enquanto tiveres animo e vontade estarei contigo....

 

No entanto penso que a proxima presidente será uma mulher contigo no executivo.

 

Mais uma vez parabêns por te estares a empenhar na resolução de um problemas com decadas.

 

Manuel Mestre 

 

 

 

 

publicado por castromaisverde às 01:06
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Quarta-feira, 20 de Fevereiro de 2008

Yolanda

Aqui fica um musica de um génio de criar e interpretar canções, o qual já tive o prazer de ver actuar ao vivo...Esta é uma canção que nos faz sonhar e acreditar que o amanhã pode ser melhor...Basta trocar Yolanda por liberdade e perceber a canção.

Yolanda

Pablo Milanés


Esto no puede ser no más que una canción ;
quisiera fuera una declaración de amor,
romántica, sin reparar en formas tales
que pongan freno a lo que siento ahora a raudales.
Te amo,
te amo,
eternamente, te amo.

Si me faltaras, no voy a morirme;
si he de morir, quiero que sea contigo.
Mi soledad se siente acompañada,
por eso a veces sé que necesito
tu mano,
tu mano,
eternamente, tu mano.

Cuando te vi sabía que era cierto
este temor de hallarme descubierto.
Tú me desnudas con siete razones,
me abres el pecho siempre que me colmas
de amores,
de amores,
eternamente, de amores.

Si alguna vez me siento derrotado,
renuncio a ver el sol cada mañana;
rezando el credo que me has enseñado,
miro tu cara y digo en la ventana:
Yolanda ,
Yolanda ,
eternamente, Yolanda .

(1970)

 

 

Quem quiser ouvir aqui fica o link: http://www.youtube.com/watch?v=SC_gEHnIobQ&feature=related

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publicado por castromaisverde às 23:22
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Terça-feira, 19 de Fevereiro de 2008

Carros movidos a algas

Quem sabe se temos aqui um negocio de futuro para a nosso alentejo.

Carros movidos a algas
14.02.2008
, Inês Santinhos Gonçalves

Numa época em que as preocupações ambientais estão em alta, também Portugal se juntou à corrida aos biocombustíveis. Até 2010 pretende ter dez por cento de combustíveis verdes. E uma boa parte desta percentagem poderá ser, literalmente, verde. Quem o diz é o Instituto Nacional de Engenharia, Tecnologia e Inovação (INETI), um dos maiores centros de investigação no campo das energias renováveis em Portugal e que estuda microalgas como forma de substituto do gasóleo.

No campo dos biocombustíveis, as algas parecem surgir como a opção menos polémica, já que quase não reúnem desvantagens: não competem com as culturas agrícolas destinadas à alimentação (e por isso não fazem o preço dos alimentos subir), crescem muito rápido e podem ser colhidas todos os dias (ao contrário de outras culturas, que estão dependentes da sazonalidade), precisam de pouco mais que água e luz para se desenvolverem (podem crescer em água salobra, salgada ou até águas residuais) e geram muito mais óleo por hectare que qualquer outro vegetal.

Serão o biocombustível perfeito? Luísa Gouveia e Fernanda Rosa, investigadoras do departamento de energias renováveis do INETI, situado em Lisboa, consideram que as microalgas são um projecto "com pernas para andar no país". O instituto está já na fase da transferência tecnológica para as empresas e assim carros movidos a algas a circularem nas ruas em Portugal são uma esperança.

Esse seria o último passo de um longo processo para o qual têm trabalhado: "Não há razão nenhuma para que não aconteça", diz Fernanda Rosa, mas não será a curto prazo.

Porquê? A resposta é simples: é ainda uma tecnologia "cara ", esclarece Luísa Gouveia. As algas, que só agora começam a sair da esfera da investigação, competem com outras oleaginosas que já estão enraizadas no mercado há muitos anos e que contam com uma grande extensão de hectares cultivados. "Há culturas de girassol de 10 mil hectares, enquanto de algas há cerca de 50."

O momento das algas

Esta, contudo, parece ser a altura certa para a expansão das microalgas. A subida em flecha das outras matérias-primas torna-as um bom negócio - o trigo atingiu esta semana o seu preço máximo histórico. "Até agora, quase tudo o que se fazia de microalgas a nível empresarial era com outras finalidades", explica Fernanda Rosa, referindo-se às variadas potencialidades das algas, como a extracção de pigmentos e a alimentação humana e animal.

As próprias petrolíferas podem obter benefícios no cultivo de microalgas, agora que serão obrigadas a introduzir dez por cento de biocombustível na gasolina e no gasóleo: "Tendo a obrigatoriedade de produzir biocombustíveis na mistura que distribuem, as petrolíferas têm toda a vantagem em arranjar eles próprias matéria-prima. Eles também podem lucrar com isto", explica Fernanda Rosa.

Na família das algas, há versões para todos os gostos, algumas muito ricas em substâncias valiosas, como pigmentos ou lípidos polinsaturados; há algas que crescem no escuro, em água muito salgada, em temperaturas extremas. Há algas nas poças, no mar, nas lagoas. Vermelhas, castanhas, verdes, amarelas.

Existem entre 20 a 30 mil espécies de algas no mundo, mas apenas cerca de 50 já foram estudadas e apenas cerca de dez são produzidas industrialmente, para variados fins. Destas, só quatro ou cinco podem gerar um bom biodiesel. Para que seja rentável, as microalgas precisam de ter os indicadores de síntese de lípidos altos.

O longo processo de investigação do INETI, que já vem dos anos 70, começou com a Botryococcus brauni, uma microalga que sintetizava hidrocarbonetos muito semelhantes aos do petróleo. Desde essa altura, muito óleo correu debaixo da ponte do estudo do biodiesel.

O INETI não revela quais as algas que estuda para biodiesel. Mas diariamente trabalha para aperfeiçoar as suas qualidades: são alimentadas, medidas, agitadas, etiquetadas. Crescem em fotobioreactores, onde podem ser monitorizadas e não correm risco de "contaminação".

O processo de cultivo é simples e barato: "Porque só é preciso água, que pode até nem ter grande qualidade. Junta-se um inoculozinho, uns sais - uma espécie de adubo com uma fonte de azoto - e depois um bocadinho de fósforo. Sol ou luz e aquilo até cresce muito facilmente. Mas depois temos um grande volume de água que tem pouca biomassa." É aqui que está a dificuldade das algas, na colheita. "É isso que gasta energia", explica Luísa Gouveia.

Se cultivar microalgas é fácil e barato, transformá-las em combustível ainda custa muito dinheiro. O primeiro passo é concentrá-las. "É preciso concentrá-las para depois, então, extrair o óleo", explica Fernanda Rosa.

Um dos processos de concentração é a centrifugação, ainda muito dispendiosa. Uma hipótese que está a ser estudada é a utilização de floculantes, um agente químico que faz com que as microalgas se agrupem em pequenos flocos, reduzindo o conjunto a uma papa. "Estas são as questões que estão a ser optimizadas" explica Fernanda Rosa.

Chega-se, finalmente, à extracção do óleo, que nas algas é gerado em bastante quantidade. A partir daqui, o processo de transformação em biodiesel é igual ao que se faz com o óleo proveniente de qualquer outra matéria-prima.

Segundo as investigadoras, o INETI só não produz ele próprio biodiesel porque não tem óleo suficiente e porque a produção industrial não é a sua vocação. "Neste momento, temos crescimento de diversas algas para óleo e óleos obtidos desse crescimento. Esse óleo já está caracterizado de acordo com tudo o que é necessário para fazer um bom biodiesel. Este passo - do óleo para o biodiesel - ainda não o fizemos com as algas mas estamos fartíssimos de o fazer com óleo de outras coisas", esclarece Fernanda Rosa.

Duplamente ecológico

Além de todas as vantagens que as microalgas parecem ter em comparação com as outras fontes de biocombustível, elas têm um efeito ecológico sem precedentes: consomem dióxido de carbono (CO2). Fazem o processo oposto dos seres humanos, que ingerem oxigénio e libertam dióxido de carbono. Por isso, são ideais para ter junto de indústrias poluentes, que libertem muito CO2.

"As algas são as maiores consumidoras de CO2. Nas refinarias, que são grandes poluidoras, faz todo o sentido que esse CO2 seja aproveitado para crescer algas", explica Luísa Gouveia.

Investir nas microalgas irá gerar, então, uma factura duplamente ecológica: servem para produzir um combustível amigo do ambiente e consomem o CO2 emitido pelas indústrias. Esse é aliás, o grande objectivo, diz Fernanda Rosa: "Ligar o crescimento de microalgas a empresas e indústrias fortemente poluidoras, porque o CO2 que as primeiras necessitam para crescer, as segundas têm até demais."

publicado por castromaisverde às 19:41
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Segunda-feira, 18 de Fevereiro de 2008

Biodiversidade

Como adepto da biodiversidade aqui fica uma reflexão sobre este conceito, todos nós nos nossos habitos diarios podemos contribuir um pouco para a preservação das espécies.
Todos os amantes do alentejo são preveligiados por ainda disporem do convivio de um grande numeros de espécies a residirem no seu ambiente natural, mas porque muitas já se perderam aqui fica esta reflexão.
 
A biodiversidade traduz-se na quantidade de espécies de seres vivos existentes no planeta. Existem espécies adaptadas a ambientes tão diversos como o gelo da Antártida ou fontes submarinas com actividade vulcânica e temperaturas superiores a 100ºC. Ainda se conhece pouco sobre a biodiversidade do planeta. Calcula-se que existam entre 10 a 20 milhões de espécies, das quais só 10% estão estudadas a nível científico!
O principal impacto da perda da biodiversidade é a extinção das espécies que são irrecuperáveis.

O Homem é o principal responsável da perda da biodiversidade. As espécies têm sido exterminadas de maneira muito rápida pela acção humana, com uma taxa de extermínio 50 a 100 vezes superior aos índices de extinção por causa natural.

Exemplos da acção do homem e suas consequências na biodiversidade do planeta:
  • Eliminação ou alteração do habitat pelo homem - é o principal factor da diminuição da biodiversidade. A eliminação de vegetação local para construção de casas ou para actividades agropecuárias altera o meio ambiente. Em média, 90% das espécies extintas acabaram em consequência da destruição de seu habitat;
  • Super-exploração comercial - ameaça muitas espécies marinhas e algumas terrestres;
  • Poluição das águas, solo e ar - stressam os ecossistemas e matam os organismos;
  • Introdução de espécies exóticas - ameaçam os locais por predação, competição ou alteração do habitat natural.
A diversidade biológica apresenta um papel fundamental para a nossa espécie, uma vez que aproximadamente 40% da economia mundial e 80% das necessidades dos povos dependem dos recursos biológicos.
Devido essencialmente a actividades humanas como a agricultura, a pesca, a indústria, os transportes e a urbanização de extensas partes do território, entre outras, observa-se que os ecossistemas e as espécies se encontram, a um nível global, cada vez mais ameaçadas, com a consequente diminuição da biodiversidade.
Esta tendência pode vir a ter, profundas implicações no desenvolvimento económico e social da comunidade humana, pois é frequentemente acompanhada por profundas alterações ambientais.
Neste contexto, o conceito de conservação da natureza tem vindo a evoluir precisamente no sentido de manutenção da biodiversidade.
Para quem tiver gosto em conhecer mais:
http://www.malhatlantica.pt/cnaturais/biodiversidade.htm
 
publicado por castromaisverde às 15:31
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Sábado, 16 de Fevereiro de 2008

Somincor prepara projecto inovador na Europa para depositar rejeitados em pasta

Uma noticia interessante para todos os que se preocupam com um castro+verde.

link: http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=326641&visual=26&tema=4

 

Economia Minas: Castro Verde, Beja, 15 Fev (Lusa) 

 

A empresa Somincor, proprietária da mina de Neves-Corvo, no concelho alentejano de Castro Verde, está a desenvolver um projecto inovador na Europa para depositar em pasta os rejeitados do complexo mineiro num aterro em forma de barragem. tamanho da letra ajuda áudio enviar artigo imprimir "O projecto é inovador, porque prevê a utilização, a nível europeu, de uma tecnologia nova para depositar em pasta rejeitados de minas de sulfuretos", que irá permitir substituir a actual deposição subaquática usada no complexo de Neves-Corvo, explicou o administrador-delegado da Somincor, John Andreatidis, em entrevista à agência Lusa. Na Europa, a deposição em pasta, usada em vários tipos de resíduos sólidos, ainda não foi aplicada a resíduos provenientes de minas de sulfuretos, explicou o responsável. No processo de concentração do minério, as lavarias de cobre e zinco do complexo da Somincor produzem anualmente 1.800 toneladas de rejeitados, espécies minerais presentes nos minérios que não têm valor económico e são portadores de elementos químicos contaminantes, desvalorizando, ou impedindo, o comércio dos concentrados. Daquele total, 500 toneladas são reutilizadas no processo de enchimento da mina e as restantes 1.300 armazenadas, através de deposição subaquática na barragem do Cerro do Lobo, integrada no complexo mineiro de Neves-Corvo e situada a cerca de quatro quilómetros da área industrial. Através do novo método, os rejeitados, que actualmente são depositados de forma sólida no fundo da barragem, serão transformados numa pasta "altamente viscosa" e resultante de uma mistura de alta densidade de água com os rejeitados sólidos. A barragem do Cerro do Lobo está a ser fechada em células, tipo salinas, onde serão depositados os rejeitados em pasta e, depois de cheias, vão levar uma cobertura vegetal. O novo método, "mais vantajoso", frisou o responsável, além de "maximizar a capacidade" da barragem, vai permitir "minimizar os impactes ambientais". A deposição em pasta vai permitir a "completa reabilitação e revegetação de toda a área" da barragem, num processo "compatível com um plano de fecho da actividade mineira sustentável e economicamente viável", garantiu John Andreatidis. Após vários ensaios em laboratório, de campo e pilotos e de uma investigação hidrogeológica, o projecto está em fase de aprovação pelas entidades nacionais e europeias. A Somincor aguarda também a saída de normas legislativas a nível europeu e nacional aplicáveis à deposição em pasta de resíduos de minas de sulfuretos para avançar com o novo método à escala industrial. LL. Lusa/

publicado por castromaisverde às 16:46
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Domingo, 10 de Fevereiro de 2008

Museu da Ruralidade-Núcleo de Entradas

Castro Verde: Museu da Ruralidade-Núcleo de Entradas 07:00 09-02-2008

A Câmara Municipal de Castro Verde vai criar um núcleo em Entradas do Museu da Ruralidade. A edilidade vai recuperar a Casa da Leda, onde investirá cerca de 277 mil euros.

 

A Câmara Municipal de Castro Verde abriu concurso para a recuperação da Casa da Leda, em Entradas, onde vai instalar um núcleo do Museu da Ruralidade existente na sede do concelho. Para a instalação daquele núcleo museológico a edilidade do “Campo Branco”, vai investir cerca de 277 mil euros na remodelação e ampliação do edifício existente.

A entrega de propostas pode ser feita durante os próximos 30 dias e a abertura das mesmas realiza-se no dia seguinte no Salão Nobre da Câmara de Castro Verde e o prazo de execução da obra é de 10 meses, devendo o Núcleo de Entradas do Museu da Ruralidade abrir ao público no início de 2009.


Teixeira Correia

 

Aqui está uma noticia interessante...

Link: http://www.vozdaplanicie.pt/index.php?q=C/NEWSSHOW/18260

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publicado por castromaisverde às 19:39
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Segunda-feira, 4 de Fevereiro de 2008

Somincor investe na produção de zinco e prata

Somincor investe na produção de zinco e prata


ANTÓNIO JOSÉ BRITO, Beja

Somincor investe na produção de zinco e prata
Empresa vai aplicar 80 milhões na exploração da zona do Lombador
A Somincor vai expandir a sua área de exploração nas Minas de Neves Corvo, no concelho de Castro Verde, com a criação de um segundo poço de extracção e de uma nova lavaria. Dados a que o DN teve acesso esclarecem que o objectivo é começar a produzir zinco, chumbo e prata daqui a três anos na zona do Lombador, uma pequena localidade a cerca de cinco quilómetros do complexo mineiro.

A empresa alentejana deverá fazer um investimento na ordem dos 80 milhões de euros para viabilizar um projecto que poderá ter "uma vida económica de dez anos". Gradualmente, está prevista a criação de 300 novos postos de trabalho que se poderão juntar aos actuais 842 que já laboram em Neves Corvo.

Neste momento, está a ser desenvolvido um estudo de viabilidade do denominado "Projecto do Lombador" que deverá estar concluído no último trimestre deste ano. Segundo anunciou publicamente o administrador-delegado da Somincor, John Andreatidis, esse trabalho "determinará a melhor localização para um novo poço de extracção, infra-estruturas associadas e a construção de uma nova lavaria".

No primeiro ano de actividade nesta nova área de exploração, a Somincor estima uma produção contida no concentrado que atingirá as 130 mil toneladas de zinco, 20 mil toneladas de chumbo e cerca de 300 mil onças de prata.

Com esta nova etapa, a maior mina portuguesa reforçará a sua posição de grande produtora de cobre à escala mundial e, reforçou John Andreatidis, "será a segunda maior mina de zinco da Europa". Refira-se, por outro lado, que este responsável está convencido de que "há grandes probabilidades de existir mais minério a ser descoberto". Neste momento, a empresa está a desenvolver operações em novas zonas de prospecção com uma área de 2700 quilómetros quadrados. E, segundo o administrador-delegado da Somincor, "é provável que potenciais descobertas de minério nesta região se encontrem em grande profundidade, o que significa um elevado investimento e tempo".
Aqui fica uma boa noticia para Castro Verde.
publicado por castromaisverde às 13:59
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Sexta-feira, 1 de Fevereiro de 2008

Aves: alargamento de duas ZPE será levado a Conselho de Ministros

António Carrapato (arquivo)
Estas aves precisam de particular atenção, lembra o ministério
 
 
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Castro Verde e Moura-Mourão-Barrancos
Aves: alargamento de duas ZPE será levado a Conselho de Ministros 
01.02.2008 - 13h14 PUBLICO.PT
Melhorar a protecção às aves estepárias – como a abetarda e o sisão – é o objectivo do alargamento das zonas de protecção especial (ZPE) de Castro Verde e Moura-Mourão-Barrancos. Os diplomas serão, segundo o Ministério do Ambiente, levados a Conselho de Ministros “brevemente”.

Este alargamento dará resposta a um acórdão do Tribunal de Justiça das Comunidade Europeias, de 2006, segundo o qual Portugal estaria em incumprimento da Directiva Habitats, de preservação dos habitats naturais e da fauna e flora selvagens.

A 10 de Janeiro, o Conselho de Ministros aprovou a criação das ZPE de Monforte, Veiros, Vila Fernando, São Vicente, Évora, Reguengos, Cuba e Piçarras. “A criação destas oito ZPE (...) permite assegurar a conectividade e coerência da rede de áreas classificadas para a conservação das aves estepárias, espécies que, devido à especificidade do seu habitat e às medidas de gestão que lhe estão associadas, necessitam de particular atenção”.

 

Noticia do Publico: http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1318376&canal=62

 

Será que os proprietarios vão ser de alguma forma compensados por esta medida?

 

Esta medida é muito importante para a proteção das espacies e dos habitats mas este esforço não pode ser só das ONG´s e dos propietarios dos terrenos!

 

publicado por castromaisverde às 23:37
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