Quinta-feira, 17 de Julho de 2008

“Bioparque de Castro Verde”

 

 

“Bioparque de Castro Verde”
16/7/2008

link: http://www.inesting.org/cm_castroverde/noticias/detalhe.asp?id=92


Parceria vai preparar candidatura do “Bioparque de Castro Verde”ao Programa de Valorização Económica de Recursos Endógeneos

Foi celebrado no dia 11 de Julho de 2008, um protocolo de parceria entre a Câmara Municipal de Castro Verde, a ESDIME (Agência para o Desenvolvimento Local no Alentejo Sudoeste, Crl), a Voz International.inc, o CEBAL (Centro de Biotecnologia Agrícola e Agro-alimentar do Baixo Alentejo e Alentejo Litoral) e a Cavandela - Sociedade Imobiliária Lda., com vista à apresentação de uma candidatura, no âmbito das acções preparatórias do Programa de Valorização Económica de Recursos Endógenos (PROVERE), que terá a designação de “BIOparque de Castro Verde”.

Os objectivos da candidatura têm por base o desenvolvimento de uma cultura empresarial inovadora, associado a áreas estratégicas do turismo sustentável, o aumento da atracção de novos investimentos empresariais de base tecnológica, bem como a criação de uma plataforma de cooperação público-privada de potenciação dos investimentos realizados e dos seus efeitos multiplicadores, à qual competirá regular e gerar sinergias.

No sentido de consolidar a Estratégia e o Plano de acção do Projecto, este consistirá na elaboração de um Estudo de Mercado e um Estudo de Promoção e na realização de actividades que envolvam a parceria no quadro do Comité Consultivo Interinstitucional.

À ESDIME, entidade promotora da candidatura e representativa das outras entidades envolvidas, compete a gerência administrativa e financeira do projecto, a articulação institucional com organismo financiador e a concentração e difusão das informações.

Todas as entidades envolvidas no protocolo têm a obrigatoriedade de dar a sua contribuição para que os objectivos definidos possam ser concretizados, disponibilizando para isso, os meios humanos e técnicos necessários para a realização das actividades previstas.
 
publicado por castromaisverde às 23:33
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Terça-feira, 8 de Julho de 2008

E depois do amanhã

Olá,

Depois do amanhã, como será?

 

Eis uma questão que seguramente a muitos diz respeito e que a poucos realmente interessa.

Para a grande maioria provavelmente que seja pelo menos igual a hoje com algum para a bucha e algo para beber porque o calor aperta, para outros que seja melhor.

 

Amanhã?

Como será?

O que vão fazer?

O quê, como?

Quêm?

Onde?

Quando?

 

Eis algumas interrogações com que vivemos o nosso dia a dia, mais questionadas por uns menos por outros.

Estamos habituados a coisas pacificas e tranquilas, é tudo malta amiga, malta calma.

Provavelmente é uma forma simplista de olhar o futuro.

 

Existem ainda aqueles mais pensadores que questionam tudo e mais alguma coisa mas depois de tudo espremido não sai nada.

 

Existem aqueles mais intelectuais que pensam escrevem e falam mas depois esquecem a realidade, sugerem o improvável.

 

Existem ainda aqueles que se consideram democratas, mas tem que ser sempre o que querem e como querem, caso o tema não seja tratado de acordo com a sua opinião a seu contento entra a teoria da conspiração, tudo contra todos, mas sempre democratas.

 

Todos os pontos de vista tem a sua base e devem ser respeitados.

 

A critica fácil, mesquinha e gratuita é sempre um acto populista

 

 

Estamos a atravessar um momento difícil do ponto de vista económico, as pessoas devem decidir com tranquilidade, pelo menos deve-lhe ser dado o beneficio da duvida a tranquilidade para mostrarem trabalho a oportunidade de implementarem a suas ideias.

 

No nosso panorama local existe tanto para fazer em relação ao que foi traçado como grandes opções do plano, existem ainda uma serie de projectos determinantes para o futuro colectivo que é de de um egoísmo extremo olhar só para o nosso umbigo e desancar sobre tudo e todos.

 

Que depois de amanhã seja melhor do que hoje!

Manuel Mestre

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por castromaisverde às 07:21
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Terça-feira, 1 de Julho de 2008

Chegaram as cidades do futuro

Uma vez que se espera para Castro Verde a construção de um novo aglomerado urbano na Cavandela aqui fica uma visão das cidades do futuro

 

Por: Teresa Nogueira

 

Um gigante do petróleo e um dos maiores poluidores do planeta estão a liderar um movimento que enche o mundo de esperança: a construção de ecocidades. O lar de metade da Humanidade quer-se sustentável, amigo do ambiente, com harmonia social e sucesso económico para todos, sem excepção. Parece utopia mas a verdade é que a grave ameaça do aquecimento global e a dependência dos combustíveis fósseis estão a obrigar a grandes mudanças nas nossas cidades. Afinal, a vida pacata, calma e saudável que parecia perdida para sempre, pode ainda vir a ser surpreendente realidade.
 

 

Washington, 1855. O discurso da derrota do chefe dos índios Duwamish é incrivelmente premonitório. “Continuem a contaminar a vossa cama e um dia sufocareis no vosso próprio lixo”, alertou o chefe Seattle, ao acatar a proposta do então presidente dos Estados Unidos, Franklin Pearce, de trocar as terras dos Duwamish, em Washington, por uma reserva.

 

Incrédulo com as cidades do “homem pálido”, o chefe Seattle só via um resultado para o futuro da sociedade criada pelos colonos americanos: a extinção de espécies animais, a contaminação dos rios e solos, a transformação das terras num deserto. Em resumo, o desequilíbrio total da natureza.

 

Mais de 150 anos depois, as palavras do carismático chefe índio não podiam ser mais certeiras. O mundo enfrenta uma ameaça causada pela própria actividade humana – o aquecimento global – e as cidades, onde metade da população mundial vive, estão sobrelotadas, congestionadas, extremamente poluídas e sem solução para as gigantescas quantidades de desperdícios que geram todos os dias. Pior ainda, são dependentes de um combustível muito poluente e que pode acabar a curto prazo, o petróleo.

 

O futuro parece negro e as preocupações são reais. Mas a boa notícia é que a criatividade humana está a funcionar em pleno e, em todo o globo, começam a germinar aquelas que poderão ser a nossa grande esperança: as cidades sustentáveis.

 

Chongming é uma ilha da foz do Rio Iangtzé, perto da cidade chinesa de Shangai, que está traçada para fazer história. É um paraíso ecológico, santuário das aves migratórias entre a Austrália e a Sibéria, e é ali que irá nascer a primeira cidade ecológica do Mundo, que abre as portas já em 2010. Pelo menos é assim que a classificam os promotores da eco-cidade de Dongtan.
Os chineses da Shangai Industrial Investment Corporation (uma empresa gerida pelo Município de Shangai) tiveram a ideia, e contrataram a ARUP, uma conceituada empresa de engenharia britânica, para transformar o sonho em realidade.
E como será Dongtan? Uma simples palavra diz tudo: paradisíaca. Esta é a visão dos especialistas da ARUP e é para isso que uma equipa de mais de 100 pessoas trabalha todos os dias.
A ideia é criar uma sociedade urbana integrada, com empregos em indústrias leves e de alta tecnologia, facilidades recreativas e residenciais pensadas ao pormenor, e uma “comunidade inclusiva, coesa e tolerante que reconheça os valores tradicionais e modernos chineses, assim como outros”, lê-se no projecto. Mais importante: um ambiente urbano sustentável e integrado no ecossistema que o rodeia. Em 2050, esta deverá ser a realidade para 500 mil habitantes.

Edifícios com um máximo de seis andares, todos eles bio-climáticos e sem elevadores, alimentados por fontes de energias renováveis e limpas, perto de tudo o que é necessário ao bem estar dos seus residentes como escolas, parques, organismos públicos e comércio, enquadram uma cidade construída sobre as águas do Iangtzé. Uma espécie de Veneza asiática.
Espaços verdes em abundância, ruas traçadas de forma a proteger os transeuntes do frio do Inverno e também do calor do Verão, um duplo sistema de abastecimento de água para separar as utilizações que necessitam de água potável e as que não necessitam, e uma reutilização dos resíduos produzidos na ordem dos 80 por cento, confirmam os apertados requisitos verdes do projecto.
Os veículos automóveis serão banidos de Dongtan só sendo permitida a entrada, em toda a ilha, de veículos híbridos ou a células de combustível. E a cidade será quase exclusivamente alimentada pelos produtos provenientes da agricultura biológica produzidas nas férteis terras de Chongming que rodeiam esta eco-cidade.
As energias solar, hídrica e eólica têm, em Dongtan, a oportunidade de mostrar ao Mundo o que valem, juntando-se ainda a biomassa alimentada por um desperdício abundante naquelas paragens, a casca do arroz.

Para os responsáveis da ARUP, Dongtan pode ser a resposta para o consumo de energia insustentável e a poluição no Mundo, a prova de que “o crescimento urbano e o ambiente não têm de ser forçosamente opostos”. E é este modelo que irá nortear a construção de outras cidades semelhantes no país.
 

 

Para a China, que conseguiu a difícil “proeza” de ultrapassar os Estados Unidos em quantidade de emissões de gases com efeitos de estufa para a atmosfera, de acordo com os dados divulgados pelo instituto de investigação ambiental holandês, Netherlands Environmental Assessement Agency, este mega-projecto, o mais ambicioso de que há memória, é a oportunidade para encontrar o compromisso entre desenvolvimento económico, responsabilidade ambiental e benefício social. E também de se “redimir” por um crescimento económico exponencial, assente na queima do carvão, o mais poluente dos combustíveis fósseis, que coloca graves problemas à saúde ambiental das cidades chinesas e do próprio Planeta.
 

Um oásis no paraíso do petróleo

Mas Dongtan não é caso isolado. A concorrência a esta mega-ecocidade surgiu de onde menos se esperava. Os Emirados Árabes Unidos, detentor da terceira maior reserva de crude e de quem pouco se esperava pela promoção de valores ecológicos, veio a público em 2006, garantir que é no seu deserto de Abu-Dhabi que vai nascer a primeira cidade sustentável, já em 2009. Mais, o reino anunciou ainda que está fortemente empenhado na luta contra as alterações climáticas e na pesquisa pela obtenção de fontes de energia mais limpas.
O megalómano projecto, orçado em 5 mil milhões de dólares, chama-se Masdar e está entregue à equipa do conceituado arquitecto britânico Norman Foster. E para quem achou que tudo não passava de miragem, a verdade é que os trabalhos já começaram.
Embora concorra com Dongtan pelo título de eco-cidade pioneira, os dois projectos são distintos. Em Masdar, o objectivo da Abu Dhabi Future Energy Company, a promotora do projecto, é criar um polo tecnológico para o desenvolvimento de novas ideias para a produção de energia.
Segundo a Foster + Partners, Masdar deverá ser uma cidade carbono zero e resíduos zero, assente numa ultra-moderna tecnologia para uso e desenvolvimento das energias renováveis. Uma rede de transportes eficiente e não poluente evita a necessidade do uso de carros na cidade, assim como um planeamento urbano concebido de forma a permitir a fácil movimentação dos habitantes a pé.
Em Masdar, ficará instalada a nova sede da Abu Dhabi Future Energy Company, uma universidade, zonas económicas especiais e um centro de inovação. E, tal como em Dongtan, as turbinas eólicas e os painéis solares farão parte integrante da estética urbana.
Em 2040, a ecocidade deverá ter cerca de 50 mil habitantes. A sua importância é defendida por Norman Foster: “As ambições ambientais da Inicitiva Masdar – carbono zero e sem resíduos – são pioneiras no Mundo. Masdar promete estabelecer novos benchmarks para as cidades sustentáveis do mundo”.

A real importância destes dois projectos não é consensual. Se, para uns, é uma oportunidade de testar a tecnologia existente para que o Mundo possa ficar menos dependente dos combustíveis fósseis, para outros desvia as atenções do verdadeiro dilema – o que fazer com as cidades já existentes?
J. Domingos Delgado, investigador da Fundação da Ciência e Tecnologia e reconhecido especialista em questões energéticas, é incisivo: “Políticos e grandes financeiros adoram as miragens tecnológicas pelos enormes lucros que geram à custa da apropriação privada de algo que é público. Não é com uns quantos megaprojectos que se lidera a mudança mas sim com a difusão entre megamilhões de pessoas da prática de mini ecocidades.”
O problema das cidades, continua Domingos Delgado, está na poluição associada à utilização de combustíveis fósseis, na vulnerabilidade às epidemias devido à concentração humana, bem como nas alterações climáticas locais com efeitos globais que os grandes aglomerados urbanos originam.
“Tendo em conta a importação de bens alimentares que a cidade exige e os custos crescentes da energia para o seu transporte vê-se, entre outros factores, que o actual paradigma urbano se esgotou e iremos assistir a modificações planeadas ou a mutações catastróficas”, afirma.

Prevenir para não ter de remediar

“Modificações planeadas” é exactamente o que muitas cidades do Mundo estão já a implementar de forma a antecipar-se às dificuldades e evitar surpresas desagradáveis.
Um grande exemplo é a cosmopolita Londres. Seduzido pelo trabalho que a ARUP está a desenvolver em Dongtan, Ken Livingston, Mayor da capital britânica, apressou-se a recuperar um projecto da Greenpeace para a construção de mil habitações que não emitam qualquer partícula de carbono e a implementar um plano para promover a sustentabilidade da zona de Thames Gateway.
E é ainda em Londres, mas na periferia, que existe um dos grandes exemplos de bairros sustentáveis, o BedZed (Beddington Zero Energy Development), obra do arquitecto Bill Dunster.
BedZed é descrita como a maior ecocomunidade britânica neutra em carbono. É um projecto de sustentabilidade não só ambiental mas também social, já que promove a inclusão de populações carenciadas. Os edifícios foram construídos com base nos princípios da arquitectura bio-climática, com alta eficiência energética, são alimentados por energias renováveis como a solar e a eólica, e as ruas estão concebidas para a circulação pedestre e de velocípedes. Os habitantes de BedZed não têm carros, mas beneficiam de um eficaz sistema de transportes públicos. E se precisarem de se deslocar numa viatura, então recorrem ao Clube do Automóvel que empresta as viaturas – híbridas, é claro - a quem necessite.
Em projecto está já a construção, em Middlesborough, de um bairro ecológico sete vez maior que BedZed e ainda mais ambicioso, pois inclui também um esforço na alteração do estilo de vida dos moradores, mais coincidente com as novas exigências ambientais.

Nórdicos na vanguarda

No norte da Europa abundam mais exemplos de experiências de ambientes urbanos sustentáveis. Malmö, na Suécia, é outro nome a reter. Terceira cidade sueca, Malmö ambiciona expandir-se sem agredir o ambiente. Apoiada por políticias nacionais, comunitárias e locais, Malmö tenciona provar que um industrial aglomerado urbano pode transformar-se numa ecocidade. Os grandes cartões de visita são Augustenbourg, bairro central da cidade que sofreu vastos trabalhos de recuperação, e Bo01, uma zona portuária abandonada e contaminada por indústrias muito poluentes, cuja intervenção urbana criou aquilo que os suecos chamam “cidade do futuro”. Um impressionante bairro residencial dotado de energias renováveis, recuperação de resíduos, inovações tecnológicas, características ecológicas e transporte verde. E Bo01 é apenas o ponto de partida para uma vasta operação lançada pelo governo sueco para a transformação das cidades em comunidades sustentáveis, ou seja, equilibradas económica, social e ambientalmente.
Helsínquia, na Finlândia, Hanover e Freiburg , na Alemanha, Lyon, em França, e até Barcelona, em Espanha, são outras cidades onde experiências similares à de Malmö, embora com menor dimensão, estão já implantadas.
Mas não é só no velho continente que a chamada “nova” revolução urbana está a ser lançada. Curitiba, cidade do sul do Brasil, é referida internacionalmente sempre que se procura um exemplo de planeamento urbano equilibrado, sustentável e assente numa rede de transportes ímpar, frequentemente apontada como uma das melhores do mundo. Prova disso é o invejável facto de dois terços dos habitantes da cidade utilizarem os transportes públicos em vez dos veículos privados.
Nova Iorque, Joanesburgo, Vancouver, Bogotá, Campala, Chicago, e muitas outras cidades do globo, estão na linha da frente na procura de uma solução para o seu futuro.
Projectos mais ou menos distintos mas que nos dão já certezas: em 2050, andaremos mais a pé, usaremos os transportes públicos ecológicos, consumiremos menos energia e recursos, compraremos mais produtos locais, teremos cidades movidas a energias renováveis e, finalmente, ficaremos em paz com a natureza.
Isto porque o contrário, pura e simplesmente, não é solução.


Para quem tiver interesse em conhecer um pouco mais:

link: http://immagazine.sapo.pt/por/artigose.html?pag=as_cidades_do_futuro.html

publicado por castromaisverde às 22:46
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Nova Super Região de Turismo

Turismo: Regiões (Planície Dourada, Évora e São Mamede)cessam hoje a sua actividade

06:56 30-06-2008

As Regiões de Turismo cessam hoje a sua actividade. Amanhã é o arranque de um novo ciclo no turismo do Alentejo.

 

Dando cumprimento ao estabelecido no Decreto-Lei n.º 67/ 2008 de 10 de Abril, as Regiões de Turismo Planície Dourada, Évora e São Mamede, cessam a sua actividade a partir de hoje. Amanhã entra em gestão a Comissão Instaladora da nova Área Regional de Turismo do Alentejo, e os seus estatutos deverão ser aprovados na reunião da Comissão Instaladora a realizar em 8 de Julho.

Com a entrada em vigor do diploma, o Alentejo ficará dividido em três partes, a Área Regional do Alentejo, e os Pólos de Desenvolvimento de Alqueva e Litoral Alentejano.

Ceia da Silva, o presidente do novo órgão de gestão, refere que se trata “de outro ciclo e olhar o futuro de uma outra perspectiva”.

A redistribuição dos 47 concelhos do Alentejo e Litoral pelas Áreas Regionais de Turismo e Pólos de Desenvolvimento, fará com que a região seja desmembrada em três Áreas Regionais: o Alentejo, com 36 concelhos, a Autónoma do Litoral Alentejano, com 5 concelhos e a Autónoma de Alqueva, com 6 concelhos, com o distrito de Beja a ter concelhos nas três sub-divisões, com o Município de Beja a ficar encaixado na primeira.

Teixeira Correia


 

Três áreas regionais de turismo
 

Área Regional de Turismo do Alentejo, com 36 concelhos: Nisa, Castelo de Vide, Gavião, Marvão, Crato, Portalegre, Ponte de Sôr, Alter do Chão, Arronches, Avis, Fronteira, Monforte, Campo Maior Sousel, Elvas (distrito de Portalegre); Mora, Estremoz, Borba, Vila Viçosa, Redondo, Vendas Novas, Montemor-o-Novo, Arraiolos Évora, Viana do Alentejo (distrito de Évora); Alvito, Cuba, Vidigueira, Ferreira do Alentejo, Beja, Serpa, Aljustrel, Castro Verde, Ourique, Mértola e Almodôvar (distrito de Beja).

Área Regional de Turismo Autónoma do Litoral Alentejano, com 5 concelhos: Alcácer do Sal, Grândola Santiago do Cacém, Sines (distrito de Setúbal) e Odemira (distrito de Beja).

Área Regional de Turismo Autónoma de Alqueva, com 6 concelhos: Alandroal, Reguengos de Monsaraz, Portel, Mourão (distrito de Évora); Moura e Barrancos (distrito de Beja).

 

 

http://www.vozdaplanicie.pt/index.php?q=C/NEWSSHOW/21283

 

publicado por castromaisverde às 00:18
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