Terça-feira, 17 de Junho de 2008

Mulheres Marafadas.....

Republico aqui este post de Setembro de 2007.

Estive hoje com o meu amigo colega da Messejana que me recordou a conversa que deu origem a este texto.....

 

"Olá a todos,

Hoje não posso deixar de relatar aqui neste nosso blog uma conversa muito interessante que desfrutei com um colega de trabalho natural de um concelho vizinho.

 

Depois de um frenético bom dia, o meu colega em vez de falar do José Mourinho como era esperado, começa com a sua prelecção " Mulheres marafadas as da tua terra!" , fiquei preocupado com a conversa, sendo eu casado com uma castrense convicta embora natural de outro concelho, será que após tantos anos iria descobrir algo de radicalmente novo sobres as mulheres do nosso concelho.

 

O meu companheiro de jorna lá começou a defender o seu mote, começa por relatar que á uns dias esteve numa reunião com a directora de grande organização e descobriu que a senhora era oriunda de Castro Verde,  continuou o seu raciocino, que de castro era oriunda também uma brilhante jovem investigadora e que uma das  miúdas que teve 20 no exame de matemática também era da nossa vila.

 

Olhando para o panorama local, continuava ele todo entusiasmado, na farmácia quem manda é uma mulher, na agencia de viagens e mais não sei quantos negócios quem manda, mulheres, na protecção da natureza também existem um conjunto  de grandes mulheres que dedicam o seu tempo à investigação e  à causa ambiental, na radio temos mulheres com dinâmica , na escola boas professoras, no grupo de teatro encontramos sábias mulheres, nos serviços de  saúde encontramos mulheres dedicadas.

 

Quando olhamos para a politica local, encontramos um vasto grupo de dinâmicas  mulheres com muita experiencia e com grande formação técnica em diversas áreas .

 

Nas letras, nas artes, na cultura, nos mais diversos organismos de Castro Verde encontramos grandes mulheres a darem o seu tempo à causa social.

 

Na sua teoria deverá existir algo, na agua ou no ar que dá esta dimensão ás mulheres do nosso concelho. 

 

Pela sua teoria muito em breve vamos ter um elenco municipal, liderado por uma mulher ou quem sabe até um elenco exclusivamente composto por mulheres independentes, eleitas com apoio popular.

 

Francamente não sei se esta teoria partiu somente da imaginação do meu colega, mas confesso que a ideia me agrada.

 

Castro Verde sempre foi caracterizado como uma terra de grande pluralidade e abertura, logo faz todo o sentido no campo teórico , que no dia em que um grande homem passe do campo para a bancada, surja uma mulher encabeçando um grupo de mulheres apoiadas por um amplo consenso popular ou partidário para continuar o desenvolvimento da nossa terra.

 

Quem sabe o que o futuro nos reserva, mas seguramente seria uma boa noticia para abertura de telejornal nacional.

 

O futuro a deus pertence e não me cabe a mim vaticina-lo, apenas apelar à força e à energia positiva das mulheres de Castro Verde....

Força mulheres marafadas ..............."  

publicado por castromaisverde às 00:21
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44 comentários:
De João Nuno Sequeira a 17 de Junho de 2008 às 00:39
Lá está você a dar graxa ao cágado, passo a força da expressão.

Ainda gostava de saber a que mulheres é que se refere em concreto, neste momento em que o homem se "retira" para a "bancada"?

Se é alguma daquelas que estou a pensar, e que dominam o grupo de independentes de "esquerda moderna", (a quem é que já ouvi esta expressão? Ah, já sei ... porreiro, pá!), então estamos conversados quanto ao tema.

O seu amigo ave de rapina, que presumo faz parte da mesma tertúlia do Castromaisverde, passou pelo meu blog e deixou um comentário sintomático.

Passe por lá, e pode-se identificar, que eu não levo a mal pelo que escreveu a coberto do anonimato.

Atenção que não tenho nada contra os anónimos, mas depois de tantas criticas a quem se apresentava anonimamente, até lhe fica mal essa atitude.

Boa noite.


De castromaisverde a 17 de Junho de 2008 às 10:05
Olá bom dia, em primeiro lugar quero-lhe dizer que até lhe fica mal esse tipo de comentários , andou a encoberto de um pseudónimo num Blog meses a fio e agora andar a fazer observações a anónimos .

Agradeço o convite para visitar o seu blog, independentemente do seu convite já o visitei algumas vezes mas a baixa qualidade da grande maioria dos textos não me motivou a escrever qualquer comentário .

Como sabe costumo assinar o que escrevo e assumir o que digo ao contrario do sr pelo menos até algum tempo atrás .

Participe seja bem vindo, melhore a qualidade do seu blog e contará com meus comentários .
Tenha um bom dia trate bem a clientela...



De João Nuno Sequeira a 17 de Junho de 2008 às 10:36
É precisamente pelas criticas que me fez, que lhe fica mal não assumir a sua identidade.

A´liás, fica-lhe mal continuar comessa coisa de continuar sob pseudónimo, insistindo naquilo que toda agente já sabe. Manuel Mestre é um personagem de ficção, atrás do qual se escondem pessoas com um objectivo óbvio: defender uma pessoa das críticas que lhe são publicamente feitas.

Eu já expliquei a minha opção, que face aos acontecimentos, é inteiramente legitima.

Quanto à qualidade dos textos, como, na maior parte dos casos, quem os escreve sou eu, até aceito a nota, que só é possível por passar a vida a fazer copy past do que os outros escrevem.

Qunato ao não ter feito comentários, dúvido, porque alguns dos que lá foram feitos, anoniumaente, têm indiscutivelmente a sua marca.


De Manuel Antonio Domingos a 17 de Junho de 2008 às 07:03
A propósito de colega. Aqui em Entradas conta-se uma éstória veridica de um tal ti Páscoa, cujo modo de vida era vender papo secos e transportar algumas pequenas encomendas entre Entradas/ Albernoa e também Castro Verde / Entradas. O seu meio de transporte que usava, era uma pedaleira equipada com uma enorme cesta de verga. Consta-se que cada vez que passava junto a um cantoneiro de limpeza das bermas da estrada, este o cumprimentava ; bom dia, ou tarde colega. O ti Páscoa não gostava nada de ser tratado de colega por tal personagem, até que um belo dia resolveu por termo aquele modo de ser cumprimentado, ao ser mais uma vez tratado por colega num dos habituais cumprimentos, o ti Páscoa já saturado, respondeu de ronpante; Sabe o que é que eles dizem ali em Entradas?... Que eu sou paneleiro!
Dali em diante acabou o cumprimento por colega.
Espero que receba na mesma onda em que emiti. Trata-se de contar esta pequena estória, do ti Páscoa que tanto sofreu com a sua pedaleira e a grande canastra, em dias de chuva e vento, para dignamente ganhar a sua vida, e porque veio a talhe de foice por causa da palavra colega.
O ti Páscoa também achava que o melhor são as mulheres... daí a estória que inventou para não querer saber de ser tratado por colega.
Já eu, para que fique bem claro, agora e sempre, não tenho nada contra as opções ou orientações desses tais colegas inventados pelo ti Páscoa. Aliás, em regra geral, são pessoas que merecem o nosso respeito, porque tem bons princípios, e ainda por cima, a maior parte das vezes, andam muito bem acompanhados!
Já agora fique também sabendo, que há mulheres de quem eu nunca deixei de gostar... apesar do mal que me fizeram. Serei eu naif ? Ou serei tolerante ?
Bom dia Castroverdemaisverdemasculinoefeminino.


De castromaisverde a 17 de Junho de 2008 às 10:14
Olá bom dia,

Espero que não me estejas a insultar ou a insinuar algo vou ser naif e acreditar na boa mural da historia.

O teu respeito por orientações diferentes sempre foi bem demonstrado ainda me recordo de á muitos anos queres fazer umas cabanas lá no monte dirigida a esse tipo de turismo.

Ocupa o tempo com alguma coisa de útil ...candidata o teu projecto pode ser que tenhas sucesso.



De João Nuno Sequeira a 17 de Junho de 2008 às 10:38
Essa "mural" refere-se ao muro que querem erigir à volta do poder pessoal de FC, não é assim?

Assim se vai vendo a boa qualiudade dos textos....


De Manuel Antonio Domingos a 17 de Junho de 2008 às 11:15
JNS:
O " mural " e o " à " do verbo haver frequentemente será disfarce?


De João Nuno Sequeira a 17 de Junho de 2008 às 14:27
Não. É mesmo uma griffe, uma marca.


De Manuel Antonio Domingos a 17 de Junho de 2008 às 11:08
O respeito que as pessoas me merecem do ponto de vista das opções ou orientações da sua vida intima, nunca me levaria a fazer sequer piadinhas de mau gosto aqui neste sitio que eu considero importante para falarmos de coisas sérias, embora por vezes possamos usar um pouco de ironia, mas sempre dentro do limite do razoável. Pergunta ao nosso presidente que certamente ele conhece a estória do ti Páscoa. ( simplesmente veio a talhe de foice )
Quanto ás cabanas para esse tipo de turismo, admito que em género de brincadeira tenha falado nas cabanas do amor, que verdadeiramente no meio das estevas e rosmaninho seria uma coisa secalhar original e estimulante, numa das zonas mais puras ambiental e ecologicamente situadas em plena ZPE do do nosso concelho. Não me lembro é que mesmo a brincar limitasse o acesso a opções ou orientações diferentes. De todas as formas, vir para aqui com este tipo de pormenores é deveras pouco recomendável, e ainda para mais escondido no anonimato.
Haja a contenção necessária ás regras da boa convivência e respeito mútuo!


De Manuel Antonio Domingos a 18 de Junho de 2008 às 00:57
Agora avivastes-me a memoria amigo Manel Mestre, Foi quando tiraste lá umas belas fotos em plena primavera,coma paisagem suberba. Ora ai está confirmado o passarão da ZPE de Castro Verde. Se bem me lembro já ocupei algum tempo para te ajudar... Mas pelos vistos parece que não foi em qualquer coisa útil, segundo o teu conceito, de como eu gasto o meu tempo...


De João Nuno Sequeira a 17 de Junho de 2008 às 14:34
Voltei aqui apenas para dizer, que aquela parte de qualquer coisa na água´ou no ar, ainde me faz rir quando penso no pormenor.

Nágua, deve ser o anti-algas, ou do cloro, quem sabe.

No ar, deve ser do cheiro a porcos.

Ainda vamos começar a exportar água para as senhoras dos concelhos límitrofes, talvez do ramal da Cavandela, quem sabe, e criar umas termas ao lado da pecuária.

Um gajo tem que se rir. Só mesmo de um indíviduo da Messejana é que saía uma dessas.


De castromaisverde a 17 de Junho de 2008 às 20:41
Haja a contenção necessária ás regras da boa convivência e respeito mútuo!


De João Nuno Sequeira a 17 de Junho de 2008 às 21:30
Importa-se de repetir?!?


De castromaisverde a 17 de Junho de 2008 às 21:41
Haja a contenção necessária ás regras da boa convivência e respeito mútuo!



De João Nuno Sequeira a 17 de Junho de 2008 às 21:50
Onde é que essas ditas regras foram violadas?


De Anónimo a 18 de Junho de 2008 às 10:42
Que engraçado, qualquer pessoa minimamente atenta consegue perceber a grande convivência de outros tempos entre os bloguistas, mas agora realmente o ódio é mesmo visceral, diria mesmo nojento, vergonhoso e deselegante. Que belo exemplo de liberdade, democracia, cidadania, etc.
Autoexaminem-se, olhem-se ao espelho, autocritiquem-se e ouçam o silêncio. Contribuam para o esclarecimento das pessoas falando sériamente e desprovidos de interesses pessoais, contribuam para a felicidade dos castrenses. Uns e outros têm essa responsabilidade. Uns porque ainda são, outros porque já foram.


De João Nuno Sequeira a 18 de Junho de 2008 às 15:52
Oiça.pela minha parte não há convivência nenhuma com ninguém que não conheço e, nestas andanças, o único que conheço melhor é Manuel António Domingos.

Quanto às outras pessoas que por aqui aparecem nem sei quem são,m nem sei quem é o dono do blog, nem sei se existe com o nome com que se apresenta.

Quantos epítetos que aplicou à conversa, não sei se serão os mais adequados.

Assim que o dono do blog disser par eu sair deste espaço, assim o farei.


De João Nuno Sequeira a 18 de Junho de 2008 às 15:52
Oiça.pela minha parte não há convivência nenhuma com ninguém que não conheço e, nestas andanças, o único que conheço melhor é Manuel António Domingos.

Quanto às outras pessoas que por aqui aparecem nem sei quem são,m nem sei quem é o dono do blog, nem sei se existe com o nome com que se apresenta.

Quantos epítetos que aplicou à conversa, não sei se serão os mais adequados.

Assim que o dono do blog disser par eu sair deste espaço, assim o farei.


De castromaisverde a 19 de Junho de 2008 às 00:50
Apareça é sempre bem vindo.


De Anónimo a 19 de Junho de 2008 às 14:14
Não sabe quem são, mas vão falando a mesma linguagem (agora), parece que se conhecem bem. Qualquer pessoa percebe que os castromaisverde são um grupo de protecção contra os ataques, que desferem contra FSC seu (deles) amo.Entenda-se ataques, na minha opinião legitimos, mas que para alguns são chatos, pois também se sentem ameaçados, porque será?


De João Nuno Sequeira a 19 de Junho de 2008 às 16:38
Sim: porque será?

Será porque, até há bem pouco tempo, ninguém se atrevia a dizer algumas coisas que muita gente sabia, que muita gente via, que muita gente sentia, mas quase nenhuns falavam?

A manutenção prolongada no poder, para além de criar uma rede de relações de proximidade com os seus detentores, gera a critalização da sua acção e a necessidade de intereses instalados, com recurso a todos meios para a manutenção do status quod, o que passa pelo afastamento e silenciamento daqueles que fazem ondas.

Acreditem que sei daquilo que estou a falar, por experiência própria.

E não venham dizer que também estive perto do poder, que o tempo que lá estive não chegou para gerar qualquer relação fosse com quem fosse.


De castromaisverde a 19 de Junho de 2008 às 21:49
Escreves, escreves, escreves nas nunca relatas nada é sempre tudo nebuloso .

Tu estiveste no poder, foste nomeado participaste na equipa se tens algum assunto recalcado a resolver, resolve-o , não alimentes o pântano .

Gostei de te ver nos momentos importantes da Vila a expressar a tua opinião como foi na sessão da Cavandela .

Cumprimentos
Manuel Mestre


De João Nuno Sequeira a 19 de Junho de 2008 às 23:30
Quanto ao assunto, a seu tempo será resolvido, quando eu quiser, onde eu quiser e como eu quiser.

Não está à espera que eu cometa a inconfidência de ralatar aqui a conversa/sacanice que o SEU Presidente fez comigo, pois não ...?

É que eu acho que ele não ía apreciar muito se eu fizesse uma coisa dessas. Ache que ele ía ficar muito mal na fotografia.

Mas se ele entender que não há problema ... pergunte-lhe.

Quanto à minha presença no debate da Cavandela, acho bem que tenha estado presente. É sinal que teve disponibilidade para tal. Talvez entre uma ida ao México e uma outra ao Norte da Europa ...

Infelizmente eu não tive. Acredite que lamento mesmo muito.

Pelo menos não o incomodaria a minha presença ao fundo da plateia, como já referiu aqui.

Há muitas maneiras de participar na vida do concelho.

Que eu saiba, vc não foi dos que interveio na sessão, pois não?

Então limitou-se a ouvir.

Eu, não estive presente, mas tenho tido a preocupação de saber o que se passou através de quem lá esteve.

E tenho lido o Plano de Pormenor. Já leu?

Tem lá coisas interessantes: o aeroporto de Lisboa ainda vai ser construído na Ota e não em Alcochete, o de Beja nem sequer é referido como potenciador do Projecto, além de outros pormenores de somenos importância


De castromaisverde a 19 de Junho de 2008 às 21:45
Olá respeito a sua opinião embora esteja em desacordo.

Espero que não seja um anónimo com mascara, apareça a sua opinião será sempre bem vinda.

Como não vivo nem nunca vivi da politica sou livre para expressar a minha opinião, logo não me sinto ameaçado em nada.

Sobre ataques, quem se sentir atingido que se defenda.

Cumprimentos
Manuel Mestre


De João Nuno Sequeira a 19 de Junho de 2008 às 23:37
Você parece que quer fazer de nós parvos, ou então considera-nos sobranceiramente com se de pessoas com menoridade mental se tratasse.

Eu não sei se vive da política ou não.
Eu não sei se é só uma pessoa ou um colectivo.

Mas que defende acirradamente quem está no poder e o grupo que pulula à sua volta, defende.

Com já deixei de acreditar em altruísmos, só posso concluir que vc tem interesse nessa defesa, e acredito que os outros também acreditam.

Afinal, vc sabe muito bem que há um problema de democraticidade neste concelho, e é patente, e toda a gente o sente, e, portanto não há volta a dar assunto.

No entanto, se acha que assim está bem, é problema seu. Não queira é fazer os outros passar por parvos.


De castromaisverde a 20 de Junho de 2008 às 07:22
Olá bom dia o tema da democraticidade é um tema interessante para alguém da sua família politica.

Penso que em Castro nunca ocorreu nenhum fenómeno eleitoral os eleitos foram-no por expressa maioria. Vontade popular.

Em democracia á que respeitar o resultado da urnas ou será que é só quando dá jeito .

Sendo você um adepto dos regimes soviéticos e cubano, ai onde estava a democracia?

Será que para si democracia significa ditadura mas claro consigo no aparelho.

Tenha um bom dia
Manuel Mestre





De João Nuno Sequeira a 20 de Junho de 2008 às 15:13
Fantástico como vc se afasta da minha família política.

Claro que depois de 30 anos de mandatos sucessivos com aproveitamento de um símbolo político, porque de outra forma não podiam concorrer, o símbolo dispensa-se por desnecessário. <

Chama-se a isso oportunismo político, para não chamar de parasitismo político.

A democracia, tal como vc tem demonstrado entender, poderá restringir-se aos actos eleitorais.

E quanto a isso estamos de acordo, formalmente foram correctos e democráticos.

Para mim, no entanto, a democracia deve ir bastante mais além das eleições, mero acto formal do regime.

No dia-a-dia de Castro Verde, onde vc tanto diz que apenas cá passa de vez em quando, como diz que vive e bebe a sua vida com essencial, a democraticidade plena tem algumas reticências ao nível de quem consegue um emprego no Município, quem obtém alguma complacência por parte da Câmara , leia-se do Presidente, quem consegue obter a colaboração municipal numa iniciativa, quem obtém a abertura do Município para implementar um projecto, etc. etc.

E isto não tem nada a ver com política. Tem a ver com relações pessoais. Quem está no goto do Presidente, tem, quem não está, terá ou não, consoante a disposição do autarca.

Claro que se criam grupos de interesse num concelho assim, grupos de favoritos, e o dos outros todos.

E, claro, isso reflecte-se nos resultados eleitorais, quando se sabe que quase toda a população de Castro Verde tem alguém a trabalhar na Câmara.

Note-se, até, o cuidado que o Presidente tem em apoiar aqueles que lhe podem fazer alguma sombra, seja através de acções culturais e editoriais, seja através de instituições, vão-se satisfazendo pequenos desejos, que acalmam os ímpetos mais adversos.

E depois tem o inverso, de pessoas e instituições, que não estão nas boas graças do SEU presidente, e não obtêm nada, qualquer espécie de abertura para a realização seja do que for.

Esses, da Câmara, apenas dependem por causa da água para o banho, porque até a água para beber tem que ser do garrafão.

Quanto a democracia, matéria em que me recuso terminantemente a receber lições de alguém que não conheço e como tal não lhe reconheço mérito suficiente, nunca me ouviu, ou leu qualquer coisa escrita por mim, a defender o regime soviético , nem a dizer que a URSS e Cuba são democracias, pelo menos como vc as entende.

Sabe, é que o sistema que vc defende, ou seja a democraciazinha burguesa formal, quando comparado com a democracia real, verdadeira, é o mesmo que comparar o rabo com as calças.

Claro que essa afirmação de que para mim qualquer sistema está bem desde eu lá esteja, é um juízo de quem não me conhece realmente, e só admissível por verdadeira concretização do velho brocardo de que o bom julgador por si se julga.

Saudações democráticas

João Nuno Sequeira


De Anónimo a 18 de Junho de 2008 às 10:50
Com homenzinhos destes, não há lugar a Mulheres Marafadas em Castro Verde, mas sim bibelots submissos.
As Marafadas estão guardadas....a observar às vezes com tristeza tanta servidão.


De Manuel Antonio Domingos a 18 de Junho de 2008 às 14:41
No meio desta salganhada, ainda aparecem mulheres com muita lucidez...
Pelos vistos é uma marafada muita atenta ao que está nas prateleiras dos armários e também nas montras...


De sagher a 18 de Junho de 2008 às 18:32
tudo isto é hemeneutica e esóterismo, digno da idade média


De Anónimo a 19 de Junho de 2008 às 14:10
Sagher, porque participa você ? O que por aí não falta são simulações da época medieval , vá lá e divirta-se. Em Castro Verde ainda temos que fazer uma feira dessas é uma das coisas que nos faz falta.Porque inquisição essa ainda não deixámos de ter.


De Manuel Antonio Domingos a 19 de Junho de 2008 às 14:53
O meu objectivo não é que me comprendam a mim, mas sim a verdade. OK Sagher?
Pelos vistos na Idade Média já havia muito saber acumulado, e a maior parte das vezes não compreendido!


De castromaisverde a 19 de Junho de 2008 às 21:53
Qual é a tua verdade MAD?
A daquela pessoa que querias na câmara e que continua a trabalhar noutro concelho?
A historia do lar?
A do empréstimo ?
A da declaração?

A que verdade te referes?

Cumprimentos
Manuel Mestre


De Manuel Antonio Domingos a 20 de Junho de 2008 às 08:41
Conheces aquela pessoa que continua a trabalhar moutro concelho?
Informa-te junto do executivo da Câamra Municipal de Grandola.
Pergunta à população do concelho de Grandola, sobretudo aos mais gastos pelo tempo.
Pergunta aos alunos da Universidade Sénior de Grandola.
Pergunta aos funcionários em geral e aos quadros superiores seus colegas em particular.
Pergunta ao seu filho de 30 anos Licenciado em Desporto na área do Turismo, e a trabalhar por conta própria com outro sócio colega do mesmo curso.
Pergunta à sua filha, licenciada em Antropolia Física e também em licenciada em Fisioterapia, com apenas 27 anos de idade , e que também dentro de um mês me dará o prazer de ser avô com 51 anos de idade, de um rapaz, cujo pai é médico.
Pergunta às instituições na Suiça onde essa jovem mãe trabalhou e ganhou o pão que o diabo amassou.
É essa mulher, que na tua opinião precisava de favores?
As minhas verdades ficam para mais tarde!
Tenho a honra de dizer, que nunca pus nenhum amigo meu em tribunal por nenhuma razão.
Assumo o que digo.
Peço desculpas quando reconheço que érro.
Nunca as pedi para que não me pusessem em tribunal.
O que eu já fiz sem contrapartidas, não te merece um bocadinho de respeito?
Por fim se deres a cara, como eu sempre dei, falaremos mais abertamente, combinado?
Desejo-te um bom dia.
P.S.
Para quem vê este Blog devo confessar que não tenho a certeza absoluta de quem é esta pessoa que assina Manel Mestre, embora por vezes pareça haver certezas de quem são os interlocutores.


Pergunta à sua filha


De Manuel Antonio Domingos a 20 de Junho de 2008 às 09:19
De Manuel Antonio Domingos a 20 de Junho de 2008 às 08:41
CORRECÇÃO DE ERROS E MAIS UMAS COISITAS...

Conheces aquela pessoa que continua a trabalhar noutro concelho?
Informa-te junto do executivo da Câmara Municipal de Grândola.
Pergunta à população do concelho de Grândola, sobretudo aos mais gastos pelo tempo.
Pergunta aos alunos da Universidade Sénior de Grândola.
Pergunta aos funcionários da CMG em geral, e aos quadros superiores seus colegas em particular.
Pergunta ao seu filho de 30 anos Licenciado em Desporto na área do Turismo, e a trabalhar por conta própria com outro sócio, colega do mesmo curso.
Pergunta à sua filha, licenciada em Antropologia Física, e também licenciada em Fisioterapia, com apenas 27 anos de idade , que também dentro de um mês me dará o prazer de ser avô com 51 anos de idade, de um rapaz, cujo pai é médico.
Pergunta ás instituições na Suiça, onde essa jovem mãe trabalhou, e ganhou o pão que o diabo amassou.
É essa mulher, que na tua opinião precisava de favores?
As minhas verdades ficam para mais tarde!
Não estou a ver, a que declaração te referes?
É aquela que é obrigatório entregar no TC?
Tenho a honra de dizer, que nunca pus nenhum amigo meu em Tribunal por nenhuma razão.
Assumo o que digo e escrevo, dou a cara e assinatura.
Peço desculpas quando reconheço que érro.
Nunca as pedi para que não me pusessem em tribunal.
O que eu já fiz sem contrapartidas, não te merece um bocadinho de respeito, falando sériamente?
Por fim se deres a cara, como eu sempre dei, falaremos mais abertamente, combinado?
Continuarei sempre a priveligiar a Assembleia Municipal como a casa da democracia concelhia.
Responderei sempre aos apelos da ANMP para uma maior participação cidadã.
Porque razão não me deixam falar mais no periodo reservado ao público, na ausencia de outras participações para esgotar a meia hora reservada ao público?
Desejo-te um bom dia.
P.S.
Para quem vê este Blog devo confessar que não tenho a certeza absoluta de quem é esta pessoa que assina Manel Mestre, embora por vezes pareça haver certezas de quem são os interlocutores.





responder a comentário | início da discussão


De Manuel Antonio Domingos a 20 de Junho de 2008 às 14:55
Esta selecção tão criteriosa de interrogações, levam-me a pensar sem margem para erro, que está aqui a marca e mãozinha do patriarca da família, e da entourage mais intima. Depois de tantos anos juntos sempre nos ficamos a conhecer um bocadinho.
Afinal aquilo que eu vou dizendo e escrevendo sempre vos faz pensar um bocadinho. Embora eu perceba que vcs interpretem, que em todas essas interrogações saíram viroriosos...
Estou, ou não estou a fazer uma leitura lúcida?
Respondam com honestidade!


De mourinhaencantada a 20 de Junho de 2008 às 23:57
dedicado ao Sr. Manuel A.D. Contigo em contradição pode estar um grande amigo; duvida mais dos que estão sempre de acordo contigo. Do Grande Poeta Aleixo.


De castromaisverde a 21 de Junho de 2008 às 01:03
Sábias as palavras do mestre Aleixo.


Quando um náufrago se estafa

julga ver - triste ilusão ! -

na rolha de uma garrafa

a bóia de salvação

Antonio Aleixo


De Manuel Antonio Domingos a 21 de Junho de 2008 às 22:48
Eu não sei porque razão
Certos homens a meu ver
Quanto mais pequenos são
Maiores querem parecer

António Aleixo


De Manuel Antonio Domingos a 21 de Junho de 2008 às 22:50
Ontém rei e hoje sem trono
Vagueando pela rua
Entreguei o fato ao dono
E a miséria continua

António Aleixo


De João Nuno Sequeira a 20 de Junho de 2008 às 15:21
Este comentário é dos mais reles que por aqui passaram, vindo de quem quer impor regras de conduta e da convivência neste blog.

Faz o que digo não faças o que eu faço, é o lema de MM.

João Nuno Sequeira


De SAGHER a 20 de Junho de 2008 às 00:35
anónimo, o direito que me assiste a postar é só por si suficiente para que o faça, mas não entendo porque se irritou. foi por ter dito que estas discussões me provocam alguma boa disposição ou porque entende que não tenho o direito de usar o sarcasmo como forma de intervir. Eu sei que na dade média o riso foi perseguido, felizmente que foram tempos que passaram.


De mourinhaencantada a 21 de Junho de 2008 às 00:16
Isto tá-se compondo


De Manuel Antonio Domingos a 21 de Junho de 2008 às 22:43
tá-se , nã tá-se?


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