Terça-feira, 1 de Julho de 2008

Nova Super Região de Turismo

Turismo: Regiões (Planície Dourada, Évora e São Mamede)cessam hoje a sua actividade

06:56 30-06-2008

As Regiões de Turismo cessam hoje a sua actividade. Amanhã é o arranque de um novo ciclo no turismo do Alentejo.

 

Dando cumprimento ao estabelecido no Decreto-Lei n.º 67/ 2008 de 10 de Abril, as Regiões de Turismo Planície Dourada, Évora e São Mamede, cessam a sua actividade a partir de hoje. Amanhã entra em gestão a Comissão Instaladora da nova Área Regional de Turismo do Alentejo, e os seus estatutos deverão ser aprovados na reunião da Comissão Instaladora a realizar em 8 de Julho.

Com a entrada em vigor do diploma, o Alentejo ficará dividido em três partes, a Área Regional do Alentejo, e os Pólos de Desenvolvimento de Alqueva e Litoral Alentejano.

Ceia da Silva, o presidente do novo órgão de gestão, refere que se trata “de outro ciclo e olhar o futuro de uma outra perspectiva”.

A redistribuição dos 47 concelhos do Alentejo e Litoral pelas Áreas Regionais de Turismo e Pólos de Desenvolvimento, fará com que a região seja desmembrada em três Áreas Regionais: o Alentejo, com 36 concelhos, a Autónoma do Litoral Alentejano, com 5 concelhos e a Autónoma de Alqueva, com 6 concelhos, com o distrito de Beja a ter concelhos nas três sub-divisões, com o Município de Beja a ficar encaixado na primeira.

Teixeira Correia


 

Três áreas regionais de turismo
 

Área Regional de Turismo do Alentejo, com 36 concelhos: Nisa, Castelo de Vide, Gavião, Marvão, Crato, Portalegre, Ponte de Sôr, Alter do Chão, Arronches, Avis, Fronteira, Monforte, Campo Maior Sousel, Elvas (distrito de Portalegre); Mora, Estremoz, Borba, Vila Viçosa, Redondo, Vendas Novas, Montemor-o-Novo, Arraiolos Évora, Viana do Alentejo (distrito de Évora); Alvito, Cuba, Vidigueira, Ferreira do Alentejo, Beja, Serpa, Aljustrel, Castro Verde, Ourique, Mértola e Almodôvar (distrito de Beja).

Área Regional de Turismo Autónoma do Litoral Alentejano, com 5 concelhos: Alcácer do Sal, Grândola Santiago do Cacém, Sines (distrito de Setúbal) e Odemira (distrito de Beja).

Área Regional de Turismo Autónoma de Alqueva, com 6 concelhos: Alandroal, Reguengos de Monsaraz, Portel, Mourão (distrito de Évora); Moura e Barrancos (distrito de Beja).

 

 

http://www.vozdaplanicie.pt/index.php?q=C/NEWSSHOW/21283

 

publicado por castromaisverde às 00:18
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14 comentários:
De Manuel Antonio Domingos a 1 de Julho de 2008 às 16:00
Então não estiveste na sessão da Assembleia Municipal de ontém à noite?
Andaste a passear pelos corredores?
Já estás informado de que o nosso presidente reconheceu ter mentido em Entradas, quando afirmou que o Projecto da Cavandela já tinha rendido 300.000,00 € ( 60.000 contos ) em cobrança de IMT? Haaa ... mas atenção, a culpa foi dos serviços de contabilidade, que lhe forneceram o número errado. A 1ª secretária da Assembleia Municipal ( Dra. Manuela Florêncio ) ainda quis disfarçar a coisa, de que o senhor presidente tinha confundido 60.000,00 euros com 60.000,00 contos, mas aí, o senhor presidente puxou dos galões, e disse logo, que na realidade , tinha querido dizer 60.000 contos, porque foi esse o número que os serviços lhe forneceram.
O senhor presidente que é tão inteligente, e tem uma longa experiência, não conseguiu logo ver, que para ter recebido 300.000,00 € de IMT, só da Cavandela, atendendo a que o IMT sobre os prédios rústicos é de 5%, teria a Cavandela que ter sido vendida por 6.000.000,00 €?
Secalhar estou achando muito, mas se o homem não se admirou, ele lá terá as suas razões que nós desconhecemos. É que isto dos grandes projectos, movimenta sempre números, e formas de pagamento, que não é para qualquer um cidadão entender.
Lá dirá o homem, que isto sim, é um argumento velhaco e canalha ... ... ( vindo de quem vem )
E a maneira como os cidadãos do concelho de Castro Verde estão a ser tratados com este projecto, qual será o melhor adjectivo qualificativo adequado?
Como é que o homem se irá amanhar sem fazer confusões com a grandeza dos números do PORA?
Telefonará ao Guterres?
O futuro presidente da Câmara Arq. Duarte interviu para dizer que o número correcto de IMT recebido foi de 58.000, 00 e qualquer coisa euros para ser exacto.
Resumindo e concluindo, e agora sou eu que falo, simplesmente entrou nos cofres da Câmara até ao momento, o IMT referente à compra da Herdade da Ameixeira por parte da filha do senhor António Peixeiro Lourenço, que posteriormente a vendeu à Cavandela-Sociedade Imobiliária Lda, já no inicio de 2008. A Cavandela foi registada nas Finanças em Julho de 2005, como sendo para revenda, e assim se mantém até hoje, sendo que se não mudar de dono durante este mês, terá forçosamente que pagar o IMT que ainda não pagou. Ao abrigo da legislação para as Empresas Imobiliárias, o máximo que pode estar sem pagar o IMT, não havendo revenda, é um período de 3 anos. Faltam poucos dias para vermos o próximo episódio deste folhetim.
Para que percebam melhor o tamanho da mentira de Entradas, aí vão os montantes de IMT que a Câmara recebeu de todas as vendas, quer de prédios rústicos , quer de prédios urbanos, em todo o concelho, desde 2004, e até 2007;
2004 - 219.415,21 €
2005 - 202.176,78 € ( curiosamente foi no ano em que a Cavandela foi vendida, que menos IMT entrou nos cofres da Câmara. Está tudo dito )
2006 - 375.943,73 €
2007 - 406.313, 16 €
E já agora para terminar, acham que o IMT do ano passado, dará para pagar três festinhas, como aquela que a Câmara vai agora fazer neste fim de semana?
Não acham, que são já mais que horas, de pôr ordem na casa?
Doi não doi ? o que aí está, é simplesmente, e sómente, a verdade meus amigos.
Por muito que lhes custe, não se hão-de gabar de não haver ninguém a pôr o dedo na ferida!
Estou lutando, para que a minha intervenção cívica, seja como o fermento metido na massa com que se fabrica o pão. Porque na outra, não cabe a minha ética, nem a minha idoneidade pessoal.
Prometo que falarei mais do que se passou na última sessão da Assembleia Municipal. E há pano para mangas. É pena que o povo se alhei completamente da sua vida colectiva local. Ontém no público estávamos 3 pessoas, sendo que uma, era a jornalista da Rádio Castrense.
Tenham um bom resto de tarde, e até breve.


De castromaisverde a 1 de Julho de 2008 às 23:15
Ol á MAD boa noite,
Apesar de alegadamente ter sido dada uma informação errada em Entradas não percebo a tua atitude de acusares as pessoas de terem mentido, tu nestas situações costumas dizer que te enganaste.

Sobre o imposto agradeço que analises a legislação assim como os documentos relativos á propriedade uma vez que me parece que não estás 100 % correcto.
Em relação á forma sobre a qual a Cavandela se encontra registada, pelo que apresentas é completamente legal e sobre isso ninguém têm nada a apontar.
Sobre receita de impostos só te quero lembrar que apresentas um falso moralismo, já te vi escrever que a câmara no que si depende os devia baixar agora vens com esta lenga lenga das festinhas.
Estás alinhado com o teu amigo na guerra ao sr . vereador da cultura.
Não percebi do que escreves onde está a ferida, até parece que a ferida está numa dor que provavelmente tens na cabeça.
Volto-te a perguntar qual ferida onde?
Cá te espero brevemente , mas com coisas importantes e concretas.



De Manuel Antonio Domingos a 2 de Julho de 2008 às 10:07
Castromaisverde, se quiseres ser justo e correcto agradeço-te que reconheças, que eu quando me engano também tenho sempre a humildade de pedir desculpa. Ouviste pedir desculpa, a quem deu a informação errada? Se tal palavra foi pronunciada desde já apresento as minhas desculpas.
Se não estou 100% correcto em relação aos documentos da propriedade e da legislação agradeço-te que me corrijas, porque eu tenho a certeza que há muitas coisas que não sei, mas estou sempre dísponínel para aprender.
Quanto a defender aumentos de impostos neste caso concreto parece-me ser justo, aliás não é aumento, é simplesmente a cobrança igual para todos os cidadãos. Se as herdades são para fazer um empreendimento da dimensão anunciada, não é para ser revendida, e isso seria apenas um pequeno rasgo de credibilidade na exigência que a Câmara deveria impor ao promotor.
Nunca me viste defender por exemplo que se a Câmara tivesse que extinguir a quota de serviço na factura da água, se isso fosse enquadrável na legislação recente, deveria fazer repercutir esse valor no preço da água de modo a não perder receita num centro de custo que já de si é deficitário? Agradeço-te que sejas correcto, e mantenhas o debate num nível de educação e respeito mútuo.
Quanto ao vereador da Cultura, e de uma vez por todas, resista que eu reconheço a sua qualidade de trabalho, a capacidade de mobilizar os seus colaboradores, e uma qualidade acima da média no conjunto da vastíssima actividade do seu pelouro. O que eu chamo a atenção, é se poderemos ter esse nível de dispêndio de recursos nessas funções, enquanto existem outras com tanto por fazer, no sentido de contribuirmos um pouco mais para o nosso desenvolvimento económico e social.
Resumidamente, quando digo o dedo na ferida estou-me a referir ao excepcional volume de recursos que o nosso concelho tem tido à sua disposição, e gasto, quando coisas importantíssimas ainda não existem.Apesar de todas essas lacunas, e sem hipótese de podermos comparar, como teria sido o trabalho de outra qualquer equipa, continua-se quase cegamente a endeusar e venerar um homem, sem questionar se a obra realizada, é compatível com tamanho rio de recursos dispendidos na mesma . Não será uma interrogação legítima?
Objectivamente, gostava de um dia ver um trabalho independente efectuado por especilistas nesta área das competências autárquicas, tipo ANUÁRIO FINANCEIRO DOS MUNICIPIOS PORTUGUESES, e aí sim poderíamos tirar conclusões fidedignas, dos prós e contras desta dinaussaurica gestão municipal. É que só esta análise do senso comum, e sejamos intelectualmente honestos não nos leva a lado nenhum.
Sempre fiz um esforço para colocar coisas importantes, responsáveis e concretas, apesar de outros terem insinuado de eu estar louco. Não haverá ninguém, que faça um pequeno esforço para oerceber que eu tenho todo o direito de ser diferente da grande maioria, e como tal ser respeitado?
As dores da minha cabeça de que falas, por enquanto não me vão impedindo de ir fazendo alguns registos, com os quais te hei-de confrontar no dia em que saias do anonimato.
Independentemente da carta que sejas nesse pequeno baralho do Castromaisverde, desejo-te um bom dia.


De Manuel Antonio Domingos a 3 de Julho de 2008 às 06:49
Da maneira como falas, e do conhecimento que demonstras sobre a matéria, é fácil tirar a ilacção de que deves ter os documentos no teu gabinete. Documentos importantes não podem estar na posse de um Castromaisverde qualquer. Verdade?


De João Nuno Sequeira a 4 de Julho de 2008 às 00:14
MAD

É espantoso com o castromaisverde se deixou ir abaixo desde 2ª Feira da semana passada, quando houve um esncontro em que se falou de um tema que é tão querido ao autor deste blog: o futuro ... após a saída, temporária que seja, de Fernando Caeiros da Câmara.

Dá que pensar, não é?

Deve estar empenhado na estrtégia de combate à guerra que se está a travar contra alguém que lhe é (a ele) muito querido.


De castromaisverde a 4 de Julho de 2008 às 00:43
O teu comentario é digno do boy que foste. Se tivesses que produzir algo para ganhar o sustento tinhas outra visão da coisa...


De João Nuno Sequeira a 4 de Julho de 2008 às 10:08
Pronto, pronto.

Já decidiste que eu fui boy, não há nada a fazer, até porque já nos vamos habituando à tua teimosia.

Vistas bem as coisas, seria bem pior se entendesses que tinha sido girl, ou alguma coisa ainda mais grave.

Começo é a achar que temos aqui um problema de inveja.

Mas, meu caro, podes sempre oferecer os teus préstimos ao amigo vereador, ou mesmo ao novo administrador do PORA, que concerteza terão em conta os bons serviços prestados neste blog.

Quanto aoresto, o sustento e essa trata toda, apenas o velho brocardo, até poruqe já não tenho pachorra para essa conversa: viver não custa. O que custa é saber viver.

Já agora: tem as suas contribuições fiscais em ordem?

Bom trabalho.


De castromaisverde a 4 de Julho de 2008 às 00:40
Olá Mad, no meu gabinete apenas se encontram documentos relativos á minha profissão e á minha actividade profissional.
Acho extremamente insultuosa, grave e até mesmo abusiva a tua insinuação.


De Manuel Antonio Domingos a 4 de Julho de 2008 às 10:42
Identifica-te porra!...


De castromaisverde a 4 de Julho de 2008 às 12:16
Apela à tua memoria!


De Mourinhaencantada a 5 de Julho de 2008 às 00:07
Mas que apelo!... Castromaisverde!...então acha que o homem tem memoria? se a tem, de certeza que é Curtiiiiiiiiiiiiiiiiiinha. bom fim de semana Castromaisverde, a água anda quentinha, optimos mergulhos.


De Manuel Antonio Domingos a 5 de Julho de 2008 às 00:39
A água quentinha dilata os corpos, pelos vistos é a tua preferência Mourinha encantada...para as tuas grandes memórias. Tem cuidado com os aneurismas... dos canais por onde passam as tuas grandes memórias...


De Manuel Antonio Domingos a 5 de Julho de 2008 às 00:08
Achas que um louco tem memória?
Desde P. N. até ZLJ, passando por MF ex MP, MR, A... D, F...S... C... e mais uns quantos planetas e cometas, nem sempre é fácil tirar ilacções e daí as confusões. Mas se o facto dos documentos estarem no teu gabinete é motivo de indignação, já me estás a prestar um bom contributo na denuncia da falta de transparência do principal factor... cá para a Comunne de Castro Verde.
Pergunta lá ao Abrunhosa o que é que nós podemos fazer...


De Manuel Antonio Domingos a 6 de Julho de 2008 às 16:05
Estás-te a referir ao prazo para pagamento de IMT de uma isenção que tenha caducado, por terem passado os três anos sobre a compra?
Estás-te a referir à obrigação de ter que liquidar IMT, por dar um destino diferente ao prédio, daquele em que foi registado?
Um prédio destinado a implementar um projecto turístico, pode continuar registado como sendo para revenda?
Que papel é que desempenhou aqui a Câmara Municipal?
O eu não estar 100% correcto, referes-te ao facto de eu dizer que faltam poucois dias para vermos o próximo episódio deste folhetim, quando deveria ter dito, que o empreendedor tem que pagar o IMT no prazo de 30 dias após caducar o direito à isenção ?


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