Quarta-feira, 22 de Setembro de 2010

Sr. Presidente devolva o 7ª Arte

Olá a todos os que têm pachorra de passar por cá.

 

Aproveito este espaço para pedir ao sr. presidente da câmara municipal de castro verde de Castro Verde que devolva o 7ª Arte á população.

 

Este espaço estar fechado só pode significar que:

- A câmara está cheia de dinheiro e não precisa do valor das rendas

- Não existe desemprego em Castro Verde logo não existem uma ou duas pessoas disponíveis para manter o espaço aberto.

-As obras do cineteatro não estão concluidas e o velho 7ª arte passou a arrecadação.

-O sr. Presidente esqueçeu-se de qualquer coisa.

-Uma razão ou motivo tão complicado de resolver que espera um consultor vindo da lua para ajudar a imensa equipa técnica da CM a resolver.

-Falta de um convidado á altura para cortar a fita da reinauguração.

-Falta de ideias para a utilização do espaço.

 

 

Por aqueles que ainda se lembram da Antena 1 estar em directo a partir da feira de Castro á porta do 7ª arte, por todos os que gostávamos de beber o café a ver o movimento da rua que desce, devolvamos o 7ª a malta agradece.

 

Se precisar de ajuda ou ideias envie um email que terei todo gosto em o auxiliar graciosamente!

 

Até mais, lembre-se de nós!

Manuel Mestre  

publicado por castromaisverde às 22:53
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Domingo, 6 de Junho de 2010

Por cá....

Olá a todos que com qualquer tipo de motivação ou interesse visitam este espaço.

 

Depois de muito tempo sem publicar por falta de tempo umas vezes, por falta de assunto noutras outras ainda por falta de pachorra.

 

De novo por cá a dar sinal de vida e a testemunhar a minha presença e a relembrar que este espaço embora adormecido ainda continua vivo.

 

Por cá....até qualquer dia...

 

Manuel Mestre  

publicado por castromaisverde às 22:04
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Terça-feira, 30 de Setembro de 2008

Politica Local

Nada melhor que um domingo chuvoso para ler com calma e atenção as noticias da politica local assim como as entrevistas dos políticos cá da terra.

 

Notoriamente Caeiros responde á Mais Alentejo com mais astúcia, mais contenção é uma vida de experiencia tipo o Figo nos relvados...tem estatuto para não ir á defesa e no ataque só remata certeiro.

 

O Arq. Duarte esteve no meu entender bem á Cultos, talvez lhe tenha faltado alguma ambição e se tenha deixado conduzir pelo entrevistador. É somente a minha opinião.

Segundo o meu ponto de vista o partido não pode falar em outro candidato neste momento, falta apresentar um orçamento e um ano de mandato logo era um descrédito total.

 

Em caso de unanimidade de opiniões teremos segundo o próprio o diz o Arq. Duarte candidato, mas se o for deve-o ser com convicção com confiança, porque se só vai para não contrariar os que o inseriram nesta equipa está a preparar o terreno para o PS.

 

No meu ponto de vista Caeiros é mais um excelente técnico exportado para fora do concelho, que só usará a sua cidadania num cargo mais genérico, não mais com a actividade de presidente. Acabou o seu ciclo na presidência e saiu pela porta grande com o mérito e o reconhecimento da sua competência para um cargo de extrema importância e visibilidade na região.

 

Quem sabe se a partir de Setembro não o encontramos em São Bento!!!

 

As estruturas locais em Castro Verde do PCP/CDU pela primeira vez na historia autárquica vão ter um desafio escolher um candidato até aqui tinham candidato mais ou menos convencido e apenas se preocupavam com os elementos da equipa.

 

Gente de olho na oportunidade existe vamos ver se mais alguém se afoita a se disponibilizar.

 

Ainda acredito que apareça uma lista de independentes a se candidatar embora os potencias elegíveis no meu ponto de vista não estejam para ai muito virados.

 

Grandes questões que andam por ai, está disposto o PS a apostar forte em 2009 ou vai aguardar mais quatro anos?

Será que o bloco avança com o apoio de um radial em Entradas? 

O PSD espreita  eleger um candidato mediante a apatia geral?

Os idependentes assume-se como alternativa?

Falta praticamente um ano, muito se vai ainda desenrolar, vamos ver!

 

Manuel Mestre

 

  

 

 

 

 

publicado por castromaisverde às 23:00
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Quarta-feira, 20 de Agosto de 2008

Entrevista de Francisco Duarte ao Diario do Alentejo

Olá para os que não tiveram a oportunidade de ler no Diario do Alentejo aqui fica a entrevista do novo sr. presidente da Camara Municipal de Castro Verde.

link: http://da.campodosmedia.com/jornal/index.php?link=noticia&id=6068

 

“O que vou procurar é cumprir o programa eleitoral”

Francisco Duarte é arquitecto, no entanto nunca desempenhou a profissão a 100 por cento, porque sempre esteve em cargos de gestão e numa situação de chefia. Em entrevista ao "Diário do Alentejo", o autarca garante que não vai mudar muito e que o seu trabalho "vai ser, essencialmente, o mesmo, embora com a responsabilidade acrescida de ser presidente da câmara municipal". Há um mês em exercício pretende "cumprir o programa eleitoral" e criar condições para aumentar a população do concelho de Castro Verde. "Esta é a aposta fundamental do executivo, porque não pode haver desenvolvimento se não existirem pessoas. É preciso que haja o mínimo de massa crítica de pessoas para que os equipamentos, as infra-estruturas e a vida social possam funcionar", afirma. Quanto a uma possível candidatura à presidência da autarquia, nas próximas eleições, confessa que esta questão não está nas suas "preocupações imediatas". Assim, não diz "nem que não, nem que sim".

 


14/08/2008 - 12h00

Fernando Caeiros estava à frente dos destinos da câmara de Castro Verde desde 1976. Francisco Duarte assumiu, após a sua saída, a liderança da autarquia. Considera que esta é uma substituição com responsabilidades acrescidas?

Sem dúvida. É uma herança muito pesada. Fernando Caeiros teve muita experiência e uma grande influência sobre o desenvolvimento do concelho de Castro Verde. São inevitáveis as comparações, mas estou preparado para isso. Vou assegurar o mandato, que vai continuar sob as mesmas orientações. No entanto, é bom não esquecer que acompanhei o trajecto de Fernando Caeiros desde 1976. Vim para Castro Verde em 1975 como director do Gabinete de Apoio Técnico (GAT) e depois fui trabalhar para a câmara municipal. Portanto, trabalhámos em conjunto durante vários anos. Depois, realmente, fui para Odemira. Regressei e já cá estou há cinco anos. A herança é pesada, mas espero conseguir concretizá-la e levar os objectivos deste mandato até ao fim.

 

Alguma vez tinha ponderado ser presidente da Câmara Municipal de Castro Verde?

Não, porque, como sabe, sou um técnico. Sou arquitecto. Não desempenho a profissão a 100 por cento, uma vez que sempre estive em cargos de gestão e numa situação de chefia – no GAT, nos serviços da câmara municipal e em Odemira. Tive sempre um papel de chefia em termos técnicos e nunca abdiquei da componente política no sentido lato que esses cargos de chefia me confiavam. A questão da presidência da câmara nunca esteve nos meus horizontes e, neste momento, está porque, sendo o segundo da lista, deveria assumir o cargo. Penso que vou continuar a ser a mesma pessoa e, inclusive, existem alguns que já me conhecem há muitos anos. Não vou variar muito. Tenho uma responsabilidade acrescida como presidente da câmara municipal. Agora, o meu trabalho vai ser fundamentalmente o mesmo.

 

Considera que era o sucessor "natural" de Fernando Caeiros?

Não. Isto não é uma questão de sucessores, até porque sou mais velho e é esquisito os sucessores serem mais velhos. Posso assegurar a continuação do mandato e a procura do desenvolvimento desta terra que considero minha, apesar de não ser de cá. Como todos sabem sou de Lisboa, mas já vivi mais tempo em Castro Verde e no Alentejo do que em qualquer outra região do País. Não sou um sucessor. Aqui, não há problemas de sucessão nem de delfins, sobretudo, porque sou mais velho. Assegurarei o mandato e oportunamente logo se verá…

Pondera candidatar-se, nas próximas eleições, à presidência da Câmara Municipal de Castro Verde?

Não é o momento oportuno para estar a falar no assunto. Não é uma questão que esteja nas minhas preocupações imediatas. Não estou a dizer nem que sim, nem que não. Este não é um problema que esteja em cima da mesa.

 

Tem recebido o apoio da população para este novo cargo?

Há um mês que estou em exercício. As pessoas conhecem-me e não tive hostilidade nenhuma. Continuam a ver-me e a tratar-me como sempre. De vez em quando, confundem o arquitecto com o presidente (risos). Por mim, sabendo que agora sou o presidente, prefiro que me continuem a chamar arquitecto ou Duarte, como sempre o fizeram.

"Um dos grandes objectivos é implementar a componente empresarial"

 

Pretende dar continuidade ao plano eleitoral traçado para o mandato?

Com certeza. Fui eleito com este mesmo programa eleitoral. O que vou procurar é cumprir o programa eleitoral que foi sufragado pela população, em 2005.

 

Houve uma reestruturação orgânica da câmara?

Houve uma reestruturação política óbvia: saiu um eleito e entrou outro. Tínhamos um presidente e três vereadores em regime de permanência. Com a saída de Fernando Caeiros e a entrada da nova vereadora, Fátima Silva, só se conseguiu assegurar, por indisponibilidade da vereadora que entrou, a permanência de dois vereadores a tempo completo. Em termos de distribuições de funções, eu acumulei as funções que tinha com as do antigo presidente, com excepção de duas áreas: educação e acção social. Estes pelouros foram assumidos pela nova vereadora. No entanto, por questões profissionais, não pode assumir a permanência na autarquia a tempo inteiro. Assim, vai assumir estes dois pelouros, por enquanto, nesta situação. Contudo, isto não quer dizer que se considere que estas áreas têm menos importância, antes pelo contrário. No quadro actual de transferência de competências da administração central para a local cotamos de extrema importância o trabalho político nesta matéria. O Partido Socialista levantou algumas questões sobre este assunto, mas isto não é contraditório de maneira nenhuma. Uma pessoa não estando a tempo permanente, desde que haja uma estrutura interna em termos de serviços que dê respostas, pode perfeitamente definir as orientações e as opções políticas, para que depois os serviços dêem cumprimento. Por outro lado, é preciso não esquecer que, para além do trabalho individual de cada eleito, há um trabalho colectivo. Na reestruturação de serviços também é provável que existam algumas mudanças. Apesar de toda a continuidade que vou assegurar, as pessoas não são as mesmas. Mesmo que sejam muito próximas, se conheçam muito bem e tenham muitos pontos em comum, têm opções diferentes. Não são iguais a fazer as coisas, na sensibilidade, na maneira de definir as prioridades imediatas e, sobretudo, têm feitios diferentes. Não há duas pessoas iguais, até porque não teria piada nenhuma. Eu não sou o Fernando Caeiros. O Fernando Caeiros não é o Francisco Duarte. Vai haver diferenças, mas isto não quer dizer que as orientações sejam diferentes.

 

O PS de Castro Verde acusa o novo executivo da autarquia de "desnorte" e "de ser uma maioria esgotada". O que pensa destas afirmações?

Prefiro não comentar. Acho que o Partido Socialista de vez em quando parece que acorda. Agora, teve um pretexto para dizer algumas coisas. Não há "desnorte" nenhum. Houve uma situação factual que levou a que a nova vereadora não pudesse assumir, por razões profissionais, o cargo a tempo completo. Organizámos as coisas e, como referi, não considero que estes pelouros sejam menos importantes. Pensamos que estão reunidas todas as condições para que o trabalho político seja feito. Por outro lado, também vi umas declarações do PS, onde levantavam a dúvida se a câmara de Castro Verde seria comandada a partir de Évora ou se seriam os fundos comunitários orientados a partir de Castro Verde. Acho que isto merece poucos comentários, porque realmente demonstra que o Partido Socialista, em determinadas alturas, tem necessidade de falar e depois fala de qualquer coisa. É obvio que a autarquia será dirigida em Castro Verde e pelos eleitos. No entanto, isto não quer dizer que não existam conversas com Fernando Caeiros. Conheço-o há 33 anos e falamos, não digo todos os dias, mas sempre que temos oportunidade. Podemos falar de bola, da chuva, do bom tempo, mas com certeza que também falamos de Castro Verde, do seu desenvolvimento e do que pretendemos para este concelho. Agora, quem está a dirigir o concelho de Castro Verde e as orientações da autarquia são os seus eleitos. Em relação ao QREN e aos fundos comunitários, são dirigidos pela comissão directiva que tem a sua sede em Évora.

 

Quais são as prioridades para o resto do mandato?

Cumprir o plano de actividades e o plano eleitoral que submetemos a sufrágio. Ao nível do reforço do abastecimento de água, já estão duas obras em curso que são muito importantes para mantermos a qualidade no serviço. Temos alguns projectos já em carteira e outros em elaboração para a rede viária. Temos muitos melhoramentos urbanos. Também concluímos e inaugurámos o pólo de Entradas da biblioteca municipal e o parque de campismo já está concluído. Neste momento, estamos a tratar da elaboração do lançamento do concurso da concessão. Gostaríamos que o parque entrasse em pleno funcionamento ainda este ano. Por outro lado, temos o acompanhamento do plano de pormenor da Cavandela. Esta foi uma aposta forte do município para o futuro e está numa fase decisiva. Um dos grandes objectivos da autarquia é implementar a componente empresarial. Já está a ser elaborado o plano de pormenor para a zona de actividades económicas de Castro Verde e pensamos que, este ano, poderemos lançar as primeiras obras para as infra-estruturas.

 

Neste momento, quais são as principais preocupações do executivo?

Em matéria de educação, temos o problema de transferências de competências que se pensava que era universal e em bloco, mas afinal parece que já não é. Estamos a analisar as actividades extracurriculares, os lançamentos dos concursos para os docentes e a disponibilização de salas adequadas ao número de alunos. É proposta da autarquia a criação de dois centros escolares em Castro Verde. Temos a lotação das escolas primárias e jardins-de-infância completamente preenchida. Perspectiva-se que a vila de Castro Verde aumente em termos demográficos e a solução passa pela criação de um centro escolar. O problema de educação é fundamental.

 

Autarquia aposta no aumento demográfico

 

Por onde passa o futuro de Castro Verde?

Essencialmente pelo aumento demográfico. Esta é a aposta fundamental do executivo, porque não pode haver desenvolvimento se não existirem pessoas. É preciso que haja o mínimo de massa crítica de pessoas para que os equipamentos, as infra-estruturas e a vida social possam funcionar. Quando os aglomerados descem a níveis populacionais que a vida social deixa de poder existir, é porque alguma coisa está mal. Os concelhos do Baixo Alentejo enfrentam graves crises demográficas e isto retira-lhes a capacidade negocial e reivindicativa. Felizmente, a nossa situação não está num ponto crítico, mas temos que aumentar. Temos de passar das sete mil pessoas para o dobro. O concelho já teve esta população e não foi há 500 anos, foi há 40 anos.

 

E está a atrair-se pessoas para o concelho?

Estamos a conseguir estabilizar a saída das pessoas. A atracção de pessoas está a sentir-se, mas ainda de uma forma muito ténue. Pensamos que estamos no bom caminho, mas ainda não sentimos muito os efeitos. Não podemos esquecer que não somos uma ilha relativamente há região. Não podemos fazer milagres sozinhos. Podemos fazer milagres, mas acompanhados.

publicado por castromaisverde às 00:10
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Sexta-feira, 20 de Junho de 2008

Até amanhã camarada

Até amanhã camarada, esta é provavelmente uma forma simpática de nos despedirmos de um homem que desde os 22 anos é um presidente 24.

 

Seguramente ao longo destes 30 anos muitas coisas podiam ter sido diferentes mas é indiscutível que, o que Castro Verde é hoje, e que nós apreciamos, se deve ao trabalho e dedicação de Fernando Caeiros.

 

Como em politica as verdades de hoje muitas vezes não o são amanhã, tanto é provável que suspenda o mandato  e que dentro de uns meses esteja de volta á Câmara como é possível que dentro de dias termine o seu caminho como autarca.

 

Para muitos seguramente esta saída é vista como o sair a meio de um mandato para o qual lhe depositaram o seu voto, para alguns seguramente trata-se de um alivio.

 

O cargo que se segue é de extrema importância para uma grande região do pais, para além de o desafio ser grande, a expectativa de quem o elegeu é seguramente também muito elevada.

 

Para um comum cidadão minimamente interessado na vida politica não se compreende a forma displicente de como o PS geriu a situação tendo como certa uma derrota, não se entende porque se forçou uma candidatura derrotada á nascença mostrando um bipolaridade e desunião  ao nível autárquico na região.

 

Neste como em outros actos em que uma decisão por um órgão eleitoral, fica muito mal aos sr. presidentes de câmara não participarem com desculpas menores ou fazerem-se representar por vereadores, é de um cinismo politico assustador ou é revelador de uma disciplina politica que os silencia tornando-os meros fantoches políticos.

 

Como amanhã é outro dia e quem vai virar a pagina é o Duarte, espera-se que continue a desenvolver  sustentadamente Castro Verde e que lhe seja dada a oportunidade de o deixar trabalhar. De entre as GOP, muito ainda está por fazer em 2008 logo o desafio vai ser muito grande. 

 

Manuel Mestre

 

 

 

 

publicado por castromaisverde às 23:55
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Quinta-feira, 12 de Junho de 2008

QREN: Autarca de Castro Verde eleito para representar municípios

QREN: Autarca de Castro Verde eleito para representar municípios em órgão gestor dos fundos comunitários Évora, 12 Jun (Lusa)

 

O presidente da Câmara de Castro Verde, Fernando Sousa Caeiros, foi hoje eleito representante dos municípios no órgão que gere os fundos do Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) no Alentejo e na Lezíria, revelaram fontes autárquicas.

 

Contactadas pela Lusa, as mesmas fontes adiantaram que a reunião, realizada hoje à tarde em Évora, contou com a presença de representantes de 56 dos 58 municípios do Alentejo e da Lezíria ribatejana abrangidos pelo Programa Operacional do Alentejo (POA).

 

Os municípios da Golegã e de Ponte de Sor não enviaram qualquer representante para a reunião, que se destinou a escolher o novo representante dos municípios no órgão gestor dos fundos comunitários, devido à saída do autarca de Rio Maior, Silvino Sequeira. O presidente da Câmara Municipal de Castro Verde (distrito de Beja), independente eleito nas listas da CDU, vai ser o vogal executivo dos municípios na comissão directiva do QREN, tendo granjeado o voto de 31 câmaras.

 

Quanto a Jorge Martins (PS), presidente da câmara de Gavião (Portalegre) e igualmente presidente da Associação de Municípios do Norte Alentejano, recebeu 25 votos. Fernando Sousa Caeiros lidera o executivo camarário de Castro Verde desde 12 de Dezembro de 1976, quando, com apenas 22 anos, foi eleito nas primeiras eleições autárquicas depois da Revolução dos Cravos de 25 Abril de 1974.

 

O autarca adiantou hoje à Lusa que, devido às novas funções, vai suspender aquele que é o seu nono mandato, sendo substituído na liderança da autarquia pelo vice-presidente, Francisco Duarte. "Quando entrar em funções, suspendo o mandato", afirmou, escusando-se a precisar dentro de quanto tempo tal acontecerá. Primeiro, frisou, "o ministro do Ambiente [Francisco Nunes Correia] ainda tem que aceitar a exoneração de Silvino Sequeira, que está pendente". "Depois, é que virá a minha nomeação, que tem quer ser publicada em Diário da República", disse, garantindo que, "durante o Verão", a situação terá "consequências práticas".

 

Fernando Sousa Caeiros mostrou-se satisfeito pelo "novo desafio", ironizando que, numa altura em que "estava para ir para a reforma", preferiu antes aceitar este "cargo com responsabilidades acrescidas". "Não é fácil, mas é um desafio grande. Há diversas sensibilidades envolvidas e quero ser o representante de todos os municípios", referiu, prometendo trabalhar para "compatibilizar as perspectivas das administrações local e central, relativamente à aplicação do QREN". A comissão directiva do QREN no Alentejo e Lezíria é encabeçada, por inerência do cargo, pela presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR), Maria Leal Monteiro. O órgão integra também dois vogais executivos (João Cordovil, indicado pelo Governo, e Fernando Sousa Caeiros, pelos municípios) e outros dois vogais não executivos (António Serrano, indicado pelo Governo, e Alfredo Barroso, escolhido pelos municípios). O anterior vogal executivo que representava os 58 municípios, Silvino Sequeira, presidente da Câmara de Rio Maior (PS), decidiu abandonar o cargo cerca de oito meses depois da sua entrada em funções, tendo regressado à autarquia. Silvino Sequeira invocou, em declarações à Lusa, razões "estritamente pessoais", as quais "não devem ser postas em causa", para abandonar o cargo. "Tenho razões que me impediam de desempenhar cabalmente" as funções", afirmou. Fonte socialista admitiu à Lusa algum mal-estar com a situação, tendo também o deputado social-democrata eleito pelo distrito de Santarém, Miguel Relvas, criticado a saída do autarca. RRL/MLL. Lusa/Fim

 

 

Link: http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=350514&visual=26&tema=1 

 

Aqui desde o centro da Europa onde me encontro neste momento, ficam as minhas felicitações pela eleição para este cargo de elevada responsabilidade.

 

Mais uma vez o partido Comunista consegiu estar associado a uma eleição com um indepenedente uma para um lugar de elevada visibilidade e notariedade.

 

Com o espirito de equidade que mais de 30 anos de trabalho lhe reconhecem  esperamos um mandato tranquilo apostado no desenvolvimento sustentado de toda uma região.

publicado por castromaisverde às 22:56
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Quarta-feira, 14 de Maio de 2008

Castro Verde: Complexo turismo de 600 M€ pode arrancar até 2010

 
Noticia Vidaimobiliaria de 12-05-2008
 
Para todos os apreciadores da transparencia e do rigor aqui fica o endereço onde se encontra publicada a noticia.
 
 
 
"Castro Verde: Complexo turismo de 600 M€ pode arrancar até 2010
A construção do complexo turístico da Cavandela, em Castro Verde, poderá arrancar até 2010, num investimento de 600 milhões de euros, que prevê duas unidades hoteleiras, nove aldeamentos turísticos, um campo de golfe e um parque empresarial. A proposta final de Plano de Pormenor do projecto, promovido pela Cavandela - Sociedade Imobiliária, do grupo internacional de investimentos imobiliários E3 Property. O empreendimento turístico e o parque empresarial vão nascer num terreno de 606 hectares, que abrange as herdades da Cavandela e da Ameixieira, na freguesia de Castro Verde.
Apesar da proximidade da Zona de Protecção Especial de Castro Verde, o terreno «não intercepta nenhuma área incluída na Rede Nacional de Áreas Protegidas nem na Rede Natura 2000», frisou Fernando Caeiros presidente do município local. A oferta hoteleira do empreendimento passa pela construção de um hotel tradicional, que receberá a atribuição de cinco estrelas com 360 camas e um aparthotel de quatro estrelas com 200 camas e destinado a turistas seniores que pretendam estadias prolongadas. A componente turístico-residencial inclui nove aldeamentos com 600 apartamentos, 700 casas em banda, 150 casas unifamiliares individuais e 110 casas unifamiliares geminadas. O complexo turístico da Cavandela terá também um campo de golfe com 36 buracos, além de outros equipamentos desportivos, como um complexo polidesportivo, um clube de ténis, um complexo de piscinas e circuitos de manutenção. Inúmeros espaços verdes, charcas, uma clínica de saúde, um templo de culto ecuménico, uma zona comercial e equipamentos culturais, como um centro de espectáculos ao ar livre e um centro de artes, são outras das infra-estruturas previstas. O projecto prevê ainda a construção de um parque empresarial numa área de 38 hectares e com 42 lotes para instalar actividades de indústrias ligeiras e complementares às necessidades ambientais do empreendimento, como empresas ligadas às tecnologias ambientais e agro-alimentares. O promotor estima que o empreendimento turístico poderá gerar cerca de 2.250 novos postos de trabalho, 500 dos quais associados à oferta hoteleira, 750 indirectos e outros mil induzidos, referiu Fernando Caeiros, frisando que estes números poderão aumentar com a implementação do parque empresarial. O empreendimento poderá contribuir para aumentar a população residente permanente em Castro Verde na ordem das 3.750 a 4.000 pessoas, enquanto que a população temporária está estimada em 80 a 90 mil pessoas por ano (15 a 20 mil hóspedes na hotelaria e 65 a 70 mil nos aldeamentos). "
 
 
publicado por castromaisverde às 15:02
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Quarta-feira, 30 de Abril de 2008

Porque gostamos de Castro Verde?

Porque gostamos de Castro Verde?

Porque será?

 

Será porque temos foguetes com filarmónica , parabéns sr vereador foi um espectáculo excelente.

Será porque tivemos baile em Entradas com uma banda que sabia tocar.

Será porque temos fado e fado é a historia da vida.

Será porque os críticos ficam sempre no fundo da sala para fuga estratégica.

 

Ser á porque gostamos de caminhar  com´vida pelos montes.

 

Será porque temos pré primaria e escola publica para os filhos.

Será porque não sabemos o que é um colégio.

Será porque temos miúdos que tiram 20 nos exames nacionais e que ganham competições de matemática.

 

Será porque respeitamos e integramos os que os outros excluem.

Será porque os reformados têm actividade e se sentem úteis .

Será porque temos blogs.

Será porque consideramos a derrama uma contribuição extraordinária. Estamos abonados!

 

Será por acaso que temos o mesmo presidente á mais de 30 anos.

Será porque somos independentes!

Será porque nos sentimos livres!

 

Será porque o pão ainda parece caseiro.

 

Será porque temos "a mina".

 

Será porque o Castrense foi campeão.

 

Será porque temos a feira em Outubro.

 

Será porque respeitamos o ambiente e gostamos dos pássaros.

Será porque temos abetardas que grandes passarões.

 

Será porque temos S. Pedro e Santa Barbara.

 

Será porque a Cavandela vai avançar.

 

Porque será que os amigos quando nos visitam marcam sempre nova data para voltarem.

Porque gostamos tanto de Castro Verde.

Porque será?

Manuel Mestre

publicado por castromaisverde às 00:12
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Terça-feira, 22 de Abril de 2008

Programa Castro Verde Sustentável

 

Venho por este meio divulgar o blog do Programa Castro Verde Sustentável desenvolvido pela LPN.

 

publicado por castromaisverde às 23:23
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Segunda-feira, 14 de Abril de 2008

Portugal Golf

 

Como o site Portugal Golf  nos descreve!

 

Castro Verde Description

Surrounded by vast plains, Castro Verde is a rural town in a region where sheep breeding and grazing are the main agricultural activities. There is abundant proof that the zone was inhabited since pre-historic and Roman times, and the town lies near the site where the legendary Battle of Ourique was fought, in 1139, when Afonso Henriques defeated the Moors and declared himself the first king of Portugal. The battle is recalled by the 18th-century tiles that decorate the Mother Church (also known as Royal Basilica), which equally exhibits rich golden woodwork and precious objects of religious art.
Other churches and chapels are worth visiting, as well as the traditional windmill at the main square, recently restored, and the new Museu da Lucerna (Lamp Museum), displaying an important and diversified collection of Roman oil-lamps from the 1st century AD that were discovered in 1994 at the village of Santa Bárbara dos Padrões.

Castro Verde is also proud of its annual fair, always held on the 3rd Sunday of October, the most important of the district of Beja and famous for its rural character and ethnographic diversity. Otherwise, the county offers visitors the opportunity of enjoying long walks or bicycle rides in a wonderful and peaceful natural scenery or participate in bird watching activities, organized by the Environmental Educational Centre of Vale Gonçalinho. Regional food specializes in typical dishes of the Alentejo, often based on bread, aromatic herbs, olive oil and lamb, besides traditional cakes and sweets such as queijadas de requeijão (a sort of small cheese-cakes).
Handicrafts include typical woollen rugs, lace and pottery.

Castro Verde Map (Click Here)

Castro Verde Weather


Castro Verde Events
Festival de Maias - May (Beja)
Ovibeja (Largest fair in Alentejo) - 28th April / 06th May
Town Holiday - 1st June (Beja)
Festival de Nossa Senhora da Graça - 1st week August (Beja)
Festival de São Lourenço - 2nd week August (Beja)
Festival de Nossa Senhora da Luz - 3rd August (Beja)

Castro Verde Information
800 296 296 - Support to Tourists
112 - SOS
284 310 200 - Hospital
284 311 913 - Tourist Office

Castro Verde Locations of Interest
Menhir Sites
Archaeological Site - Corvo
Municipal Gallery
Castle - (Mértola)
Church - (Mértola)
Museum of Sacred Art - (Mértola)
Museum of Weaving - (Mértola)
Tower - Torre do Rio - (Mértola)
Archaeological Site - Monte do Outeiro - (Ourique)
Archaeological Site - Porta das Lages (Ourique)
Convento de São Francisco - (Almodôvar)
 

Castro Verde Square

Castro Verde Church

Castro Verde Plains

Castro Verde Walls

 

Link: http://www.portugalgolfe.com/alentejo/castroverde.htm

publicado por castromaisverde às 21:29
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